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	<title>Hospitata</title>
	<link>http://www.hospitata.com</link>
	<description>O seu Hospital Online</description>
	<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:31:36 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Dieta para diabéticos - alimentos proíbidos</title>
		<link>http://www.hospitata.com/dieta-para-diabeticos-alimentos-proibidos</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Os diabéticos sofrem com algumas restrições alimentares que lhes são impostas, mas o que é certo é que existem alimentos que são realmente proíbidos, dado o seu elevado teor em açúcares. Isto não quer dizer que, excepcionalmente, não possam ser consumidos, desde que com moderação.
São então proíbidos:

Sumos (mesmo se forem naturais) e refrigerantes;
 Doces;
Gorduras;
Frutos secos;
Mel;
Queijos gordos;
Enchidos;
Bebidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> <a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/09/refeicao.jpg" title="Refeição saudável"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/09/refeicao.thumbnail.jpg" alt="Refeição saudável" /></a></p>
<p>Os diabéticos sofrem com algumas restrições alimentares que lhes são impostas, mas o que é certo é que existem alimentos que são realmente proíbidos, dado o seu elevado teor em açúcares. Isto não quer dizer que, excepcionalmente, não possam ser consumidos, desde que com moderação.</p>
<p>São então proíbidos:</p>
<ul>
<li>Sumos (mesmo se forem naturais) e refrigerantes;</li>
<li> Doces;</li>
<li>Gorduras;</li>
<li>Frutos secos;</li>
<li>Mel;</li>
<li>Queijos gordos;</li>
<li>Enchidos;</li>
<li>Bebidas alcoólicas;</li>
<li>Conservas;</li>
<li>Pães doces (croissants, pães de leite, brioches,&#8230;)</li>
<li>Conservas;</li>
<li>Caldos artificiais;</li>
<li>Leites com chocolate engarrafados ou em pacote.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dieta para diabéticos - generalidades</title>
		<link>http://www.hospitata.com/dieta-para-diabeticos-generalidades</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/dieta-para-diabeticos-generalidades#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/dieta-para-diabeticos-generalidades</guid>
		<description><![CDATA[Os diabéticos, mais do que qualquer outra pessoa, devem fazer uma dieta rigorosa e regrada, fraccionada e equilibrada.
No mínimo 6 refeições diárias e idealmente 7: pequeno-almoço, meio da manhã, almoço, lanche, jantar, ceia e ao deitar.
Se é diabético e tem dificuldade em manter a sua dieta, seguem-se alguns conselhos práticos:

Após acordar, levante-se, meça a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/09/glicemia.jpg" title="Glicémia"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/09/glicemia.thumbnail.jpg" alt="Glicémia" /></a>Os diabéticos, mais do que qualquer outra pessoa, devem fazer uma dieta rigorosa e regrada, fraccionada e equilibrada.</p>
<p>No mínimo 6 refeições diárias e idealmente 7: pequeno-almoço, meio da manhã, almoço, lanche, jantar, ceia e ao deitar.</p>
<p>Se é diabético e tem dificuldade em manter a sua dieta, seguem-se alguns conselhos práticos:</p>
<ul>
<li>Após acordar, levante-se, meça a sua glicémia e, se for o caso, a sua dose de medicamentos (orais ou insulina injectável);</li>
<li>Pequeno-almoço - meio pão + 2dl de leite meio gordo (como alternativa, pode barrar o pão com uma pequena quantidade de manteiga sem sal, queijo fresco ou requeijão; pode beber o leite com café ou cevada, sem açúcar) ou 1 iogurte natural sem açúcar com uma bolacha ou meio pão;</li>
<li>Antes do almoço, meça novamente a glicémia e faça o seu tratamento;</li>
<li>Almoço - 1 prato de sopa de hortaliças ou legumes, carne ou peixe, de preferência grelhados ou cozidos, sem molhos, pele ou gorduras (podem ser substituídos por 2 ovos), 2 ou 3 batatas do tamanho de um ovo de galinha médio (evitar fritas), hortaliças ou saladas com pouco tempero. Não deve acompanhar a refeição nem com pão nem com fruta e a bebida deverá ser preferencialmente água sem gás. Pode beber café ou chá sem açúcar;</li>
<li>Lanche - 1 peça de fruta com 1 bolacha ou um pedaço de pão;</li>
<li>Antes do jantar deverá fazer uma nova medição da glicémia e o seu tratamento;</li>
<li>O jantar pode ser semelhante ao almoço;</li>
<li>Ceia - 1 peça de fruta com 1 bolacha ou um pedaço de pão;</li>
<li>A deitar, nova medição da glicémia e tratamento, seguidos de 1 copo de leite + meio pão ou 1 iogurte simples.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Saúde Pública - EUPHA</title>
		<link>http://www.hospitata.com/saude-publica-eupha</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/saude-publica-eupha#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 06:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/eupha</guid>
		<description><![CDATA[Em Novembro, entre os dias 6 e 8 vai ter lugar, em Lisboa, a Conferência Anual da EUPHA.
Um acontecimento histórico para a Saúde Pública em Portugal.
A Associação Europeia de Saúde Pública (EUPHA), é uma organização que abarca as associações de Saúde Pública na Europa. Fundada em 1992, é uma organização científica, multidisciplinar internacional, que reúne cerca de 12000 especialistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Novembro, entre os dias 6 e 8 vai ter lugar, em Lisboa, a Conferência Anual da EUPHA.</p>
<p>Um acontecimento histórico para a Saúde Pública em Portugal.</p>
<p align="justify">A Associação Europeia de Saúde Pública (EUPHA), é uma organização que abarca as associações de Saúde Pública na Europa. Fundada em 1992, é uma organização científica, multidisciplinar internacional, que reúne cerca de 12000 especialistas em Saúde Pública para colaboração e partilha profissional na Europa, encorajando-se uma abordagem multidisciplinar à Saúde Pública.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Diabetes - Artigos</title>
		<link>http://www.hospitata.com/diabetes-artigos</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/diabetes-artigos#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 20:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Revistas científicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/artigos-diabetes</guid>
		<description><![CDATA[Para coincidir com as apresentações das 68as sessões científicas da Associação Americana de Diabetes, os seguintes artigos foram publicados em www.nejm.org a 6 de Junho de 2008. Aparecerão a 12 de Junho de 2008 na publicação da revista.
Artigo original
Effects of Intensive Glucose Lowering in Type 2 Diabetes
The ACCORD Study Group
Artigo original
Intensive Blood Glucose Control and [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para coincidir com as apresentações das 68as sessões científicas da Associação Americana de Diabetes, os seguintes artigos foram publicados em www.nejm.org a 6 de Junho de 2008. Aparecerão a 12 de Junho de 2008 na publicação da revista.</p>
<p>Artigo original<br />
Effects of Intensive Glucose Lowering in Type 2 Diabetes<br />
The ACCORD Study Group</p>
<p>Artigo original<br />
Intensive Blood Glucose Control and Vascular Outcomes in Patients with Type 2 Diabetes<br />
The ADVANCE Collaborative Group</p>
<p>Editorial<br />
Intensive Glycemic Control in the ACCORD and ADVANCE Trials<br />
R.G. Dluhy and G.T. McMahon</p>
<p>Editorial<br />
Glycemic Targets and Cardiovascular Disease<br />
W.T. Cefalu</p>
<p>Perspectiva<br />
Redefining Quality — Implications of Recent Clinical Trials<br />
H.M. Krumholz and T.H. Lee</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tromboangeíte obliterante - generalidades</title>
		<link>http://www.hospitata.com/tromboangeite-obliterante-generalidades</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/tromboangeite-obliterante-generalidades#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 21:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cirurgia Vascular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/tromboangeite-obliterante-generalidades</guid>
		<description><![CDATA[A tromboangeíte obliterante, ou Doença de Buerger, é uma doença vaso-oclusiva, que envolve vasos de pequeno e médio calibre das extremidades dos membros superiores e inferiores.
Há quem a descreva como sendo uma doença inflamatória que envolve os feixes neurovasculares, afectando indivíduos novos, com idades compreendidas entre os 30 e os 40 anos.
Embora rara, a isquémia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tromboangeíte obliterante, ou Doença de Buerger, é uma doença vaso-oclusiva, que envolve vasos de pequeno e médio calibre das extremidades dos membros superiores e inferiores.</p>
<p>Há quem a descreva como sendo uma doença inflamatória que envolve os feixes neurovasculares, afectando indivíduos novos, com idades compreendidas entre os 30 e os 40 anos.</p>
<p>Embora rara, a isquémia crónica nos jovens pode ter como etiologia a compressão extrínseca arterial, nomeadamente da artéria popliteia por inserção anómala dos gémeos ou  a redução do lúmen arterial por doença quística da adventícia.</p>
<p>Associa-se amplamente aos hábitos tabágicos. Como se pode ver no <em>image challenge</em> apresentado no  <a href="http://content.nejm.org/" target="_blank">The New England Journal of Medicine</a> as lesões das extremidades podem ser bastante exuberantes.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Chumbo - Generalidades</title>
		<link>http://www.hospitata.com/chumbo-generalidades</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/chumbo-generalidades#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 May 2008 05:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/chumbo-generalidades</guid>
		<description><![CDATA[ O chumbo é um metal pesado, com inúmeros problemas para a Saúde Pública.
Os seus efeitos deletérios são cumulativos e, como tal, podem causar doença a longo prazo,a saber:


Anemia


 Patologia renal


Alterações na reprodução


Alterações neurológicas (pertrubações do comportamento e lesões cerebrais)


Atraso do crescimento em crianças


Osteoporose no período pré-menopausico em mulheres


Hipertensão arterial e patologia cardíaca no sexo masculino


A contaminação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial,Helvetica"> </font><font color="#000080" face="Arial,Helvetica">O chumbo é um metal pesado, com inúmeros problemas para a Saúde Pública.</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial,Helvetica">Os seus efeitos deletérios são cumulativos e, como tal, podem causar doença a longo prazo,a saber:</font></p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial,Helvetica">Anemia</font></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial,Helvetica"> Patologia renal</font></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial,Helvetica">Alterações na reprodução</font></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial,Helvetica">Alterações neurológicas (pertrubações do comportamento e lesões cerebrais)</font></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">Atraso do crescimento em crianças</font></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">Osteoporose no período pré-menopausico em mulheres</font></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">Hipertensão arterial e patologia cardíaca no sexo masculino</font></p>
</li>
</ul>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">A contaminação pelo chumbo pode acontecer através:</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">- emissão de gases poluentes (fumos do escape dos veículos automóveis e outros);</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">- água destinada ao consumo humano;</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">- alimentação (pequenas quantidades nos alimentos, <em>ver curiosidade</em>)</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">Exemplos do que tem sido feito para &#8220;combater&#8221; a contaminação por chumbo:</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">- Proibição de uso de tintas com chumbo na confecção de carros e brinquedos;</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">- Eliminação do chumbo na constituição dos combustíveis;</font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial">- Eliminação do chumbo no revestimento das canalizações destinadas à rede de consumo urbano </font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" face="Arial"><em>Curiosidade:</em></font></p>
<p align="justify"><em><font color="#000080" face="Arial">- O chumbo liberta-se em pequenas quantidades no conteúdo líquido das garrafas de cristal, se este for ácido ou contiver álcool. Por exemplo, se tiver uma garrafa de cristal com licor ou outra bebida alcoólica no seu interior durante um período de tempo significativo, a bebida vai estar contaminada. O mesmo acontece para alimentos que sejam cozinhados em loiça de barro vidrado em altas temperaturas ou se os alimentos forem temperados com vinho ou vinagre. Este fenómeno ocorre porque o cristal tem acima de 95% de chumbo na sua constituição e o vidrado que é aplicado nos barros também tem uma elevada percentagem do metal.</font></em></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais humor na Medicina</title>
		<link>http://www.hospitata.com/mais-humor-na-medicina</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/mais-humor-na-medicina#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 21:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/mais-humor-na-medicina</guid>
		<description><![CDATA[Fazer Medicina tem tristezas mas também algumas &#8220;alegrias&#8221; e momentos bem humorados, principalmente quando se fazem as histórias clínicas.
Aqui deixo algumas da expressões que ouço com frequência, explicando o que queriam dizer:

&#8220;Sabe Sra. Enfermeira, ela já teve uma infecção urinária, o bicharoco tinha um nome estranho, acho que era «Xéri-Cócó»&#8221;; (Escherichia coli, era o nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer Medicina tem tristezas mas também algumas &#8220;alegrias&#8221; e momentos bem humorados, principalmente quando se fazem as histórias clínicas.</p>
<p>Aqui deixo algumas da expressões que ouço com frequência, explicando o que queriam dizer:</p>
<ul>
<li>&#8220;Sabe Sra. Enfermeira, ela já teve uma infecção urinária, o bicharoco tinha um nome estranho, acho que era «Xéri-Cócó»&#8221;; <em>(Escherichia coli, era o nome da bactéria que a mãe queria dizer)</em></li>
<li>&#8220;Doenças de família&#8230;sim, tenho uma avó que foi operada a um tumor na hipótese<em> (tumor da hipófise)</em></li>
<li>&#8221; Doutora, se no fim, depois de observar a minha menina puder passar um papel para entregar lá na escola a dizer que o que ela tem não é nada pegajoso agradecia&#8221; <em>(o pai queria dizer contagioso)</em></li>
<li>&#8220;Ai este meu filho&#8230;são só miguelites atrás de miguelites <em>(amigdalites)</em></li>
<li>Num serviço de Ginecologia, durante uma entrevista clínica, a doente internada, quando questionada sobre as gravidezes e partos anteriores fez referência a um parto complicado na sequência do qual o bebé havia sido assistido por ter engolido a placenta <em>(o líquido amniótico com certeza, porque se fosse a placenta&#8230;)</em></li>
<li>&#8220;Sabe Sra. Enfermeira, venho aqui porque o meu filho teve um traumatismo corniano, com perda de inconsciência e depois começou a gomitar muito&#8221; <em>(traumatismo craniano com perda de consciência!)<br />
</em></li>
</ul>
<p>Por vezes, a ignorância roça a negligência e aí o que poderia ser engraçado deixa de o ser&#8230; A inconsciência de alguns por vezes transforma-se no sofrimento de outros.</p>
<ul>
<li>Uma mãe, com cerca de 40 anos, primeiro filho. Sem qualquer experiência com bebés ou crianças. Vai ao Serviço de Urgência porque o bebé está entupido em secreções e não consegue deitar fora e porque chora muito. Era um pequenino com perto de 1 mês de idade. Às páginas tantas apercebi-me que a pobre criatura dava leite a ferver para o bebé se engasgar e deitar fora a expectoração&#8230;</li>
</ul>
<ul>
<li>Numa enfermaria de obstetrícia uma mãe perguntou à enfermeira se as compressas com álcool serviam para desinfectar os olhos do recém-nascido&#8230; A enfermeira, sem mais palavras só lhe respondeu &#8220;É sim mãe, mas o melhor é experimentar em si primeiro&#8230;&#8221;</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Escarlatina - Clínica</title>
		<link>http://www.hospitata.com/escarlatina-clinica</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/escarlatina-clinica#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 02:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/escarlatina-clinica</guid>
		<description><![CDATA[A escarlatina é uma doença infecciosa exantemática, causada pelo Streptococcus pyogenes do grupo A.
 Clínica
- Febre de início súbito;
- Odinofagia ou sintomatologia de amigdalite, com hiperémia e exsudado da orofaringe e hipertrofia das amígdalas;
- Exantema maculopapular eritematoso, disperso por todo o corpo, de pequenas dimensões (tipo cabeça de alfinete), áspero como lixa. Nas pregas cutâneas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.jpg" title="Escarlatina"></a>A escarlatina é uma doença infecciosa exantemática, causada pelo <em>Streptococcus pyogenes</em> do grupo A.</p>
<p><strong> Clínica</strong></p>
<p>-<a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.jpg" title="Escarlatina"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.thumbnail.jpg" alt="Escarlatina" /></a> Febre de início súbito;</p>
<p>- Odinofagia ou sintomatologia de amigdalite, com hiperémia e exsudado da orofaringe e hipertrofia das amígdalas;</p>
<p>- Exantema maculopapular eritematoso, disperso por todo o corpo, de pequenas dimensões (tipo cabeça de alfinete), áspero como lixa. Nas pregas cutâneas o exantema é mais exuberante, dando-se o nome de linhas de Pastia ao nível das axilas e virilhas.</p>
<p>- A boca apresenta-se com uma coloração mais pálida do que o resto da face (palidez circun-oral ou peri-bucal). A língua, numa fase inicial apresenta-se esabranquiçada, evoluindo para um tom vermelho escuro, com aumento das dimensões das papilas, tomando o aspecto de morango ou framboesa.</p>
<p>As crianças ficam rabugentas e com diminuição do apetite. São frequentes os vómitos.</p>
<p>Cerca de duas semanas após o início da doença, a pele descama nas palmas das mãos e na planta dos pés.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/escarlatina-clinica/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Rash cutâneo - Caso Clínico</title>
		<link>http://www.hospitata.com/rash-cutaneo-caso-clinico</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/rash-cutaneo-caso-clinico#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 23:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Casos clínicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/rash-cutaneo-caso-clinico</guid>
		<description><![CDATA[Um homem de 34 anos, aparentemente saudável até então, recorre ao Serviço de Urgência (SU) com um rash cutâneo, com prurido associado, na metade inferior esquerda do tórax. O doente refere dor e edema no mesmo local 5 dias antes do aparecimento das lesões cutâneas, com consequente desaparecimento desses sintomas. Nega quaisquer outras alterações cutâneas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 34 anos, aparentemente saudável até então, recorre ao Serviço de Urgência (SU) com um rash cutâneo, com prurido associado, na metade inferior esquerda do tórax. O doente refere dor e edema no mesmo local 5 dias antes do aparecimento das lesões cutâneas, com consequente desaparecimento desses sintomas. Nega quaisquer outras alterações cutâneas no resto do corpo, qualquer exposição a novos medicamentos ou alimentos, picadas de insecto ou uso de novos sabonetes ou loções. O doente voltou recentemente de férias, de uma região tropical, onde fez snorkeling, negando quaisquer lesões ou exposições durante essa estadia. Nega febre, dispneia, sibilos, náuseas ou sintomas respiratórios altos.</p>
<p>O doente tem sinais vitais normais e a única alteração ao exame objectivo são 2 lesões distintamente lineares, eritematosas e vesiculopapulares na porção inferior esquerda do tórax. (ver imagem).</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/01/rash-cutaneo.jpg" title="Rash Cutâneo"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/01/rash-cutaneo.jpg" alt="Rash Cutâneo" /></a></p>
<p><strong>Pista:</strong> O doente lembra-se de se ter encostado num coral enquanto fazia snorkeling.</p>
<p><strong>Diagnóstico: </strong>Reacção de hipersensibilidade tardia (tipo IV) por contacto com o coral.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/rash-cutaneo-caso-clinico/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Síncope -  Background teórico</title>
		<link>http://www.hospitata.com/sincope-background-teorico</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/sincope-background-teorico#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 11:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Casos clínicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/sincope-background-teorico</guid>
		<description><![CDATA[Ondas f de Sawtooth f waves podem identificar-se nas derivações inferiores (II, III, aVF) e emV1; estas são as derivações onde as ondas de flutter são mais facilmente identificadas. Verifica-se também uma certa variabilidade na duração dos complexos QRS. No flutter auricular a frequência é geralmente 250-350 bpm; neste caso o ritmo é aproximadamente 300 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ondas f de Sawtooth f waves podem identificar-se nas derivações inferiores (II, III, aVF) e emV1; estas são as derivações onde as ondas de flutter são mais facilmente identificadas. Verifica-se também uma certa variabilidade na duração dos complexos QRS. No flutter auricular a frequência é geralmente 250-350 bpm; neste caso o ritmo é aproximadamente 300 bpm.Doentes com flutter auricular apresentam tipicamente uma resposta ventricular regular de cerca de 150 bpm como resultado de uma condução auriculo-ventricular nodal de 2:1 (AVN). Frequências mais baixas podem ocorrer em doenças do sistema de condução, como neste caso, ou com o uso de agentes que diminuem a frequência tais como os beta-bloqueantes, bloqueadores dos canais de cálcio ou digoxina. Os doentes com toxicidade provocada pela digoxina apresentam-se classicamente com taquicardia auricular ou flutter auricular com bloqueio variável.</p>
<p>O diagnóstico diferencial de um doente com uma frequência irregular no ECG (para além da variação respiratória e batimentos ventriculares ou auriculares prematuros) é fibrilhação auricular, flutter auricular e taquicardia auricular multifocal; a fibrilhação auricular é o diagnóstico diferencial mais comum.</p>
<p>O flutter auricular é um ritmo que tem uma elevada incidência nos idosos (cerca de 50-90 casos por 1000 pessoas com idades entre 65-90 anos). Os doentes podem apresentar um bloqueio variável (como neste caso), principalmente aqueles com doença do sistema de condução. Apesar de ser relativamente raro doentes com flutter auricular terem síncopes devido à lenta condução AVN na ausência de toxicidade ou efeito de fármacos, a síncope pode ocorrer quando o flutter auricular é &#8220;lento&#8221; (&lt;200 bpm), levando a uma condução AVN 1:1 e respostas ventriculares rápidas. Em doentes com disfunção subjacente do nódulo sinusal, a síncope pode acontecer quando termina o flutter auricular e o nódulo sinusal falha na recuperação rápida. Este é o chamado síndorme do nódulo doente ou síndrome taqui-bradi.</p>
<p>Neste caso, evidência de condução AVN alterada (ie, resposta ventricular lenta) e doença significativa do sistema de condução distal (bloqueio de ramo direito e bloqueio fascicular anterior esquerdo) sugerem que seja garantida uma colocação de pacemaker. A necessidade de medicação cardiológica para tratar as taquiarritmias (que podem ser intermitentes) é também uma indicação para a colocação de pacemaker.</p>
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