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	<description>O seu Hospital Online</description>
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		<title>Poliomielite &#8211; Terapêutica</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 18:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Deve consultar-se um médico quando surgirem os seguintes sintomas, preferencialmente antes da instalação da paralisia:

 Febre
Mal estar
Vómitos
Cefaleias (dor de cabeça)
Paralisia

Na avaliação clínica o médico poderá testar os reflexos, a força muscular, a respiração e colher uma amostra de sangue para a pesquisa e contagem de anticorpos.
Em ambiente hospitalar é frequente o recurso à punção lombar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deve consultar-se um médico quando surgirem os seguintes sintomas, preferencialmente antes da instalação da paralisia:</p>
<ul>
<li> Febre</li>
<li>Mal estar</li>
<li>Vómitos</li>
<li>Cefaleias (dor de cabeça)</li>
<li>Paralisia</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação clínica o médico poderá testar os reflexos, a força muscular, a respiração e colher uma amostra de sangue para a pesquisa e contagem de anticorpos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em ambiente hospitalar é frequente o recurso à punção lombar para análise do líquor, ou líquido cefalo-raquidiano.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe terapêutica específica para a poliomielite infantil; limitando-se o tratamento à paliação dos sintomas. Se se verificar envolvimento dos músculos respiratórios poderá ser necessário recorrer à ventilação assistida.</p>
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		<title>Poliomielite &#8211; Quais são as causas?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 18:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A poliomielite é provocada por um vírus que se propaga através do contacto com indivíduos infectados, da água e dos alimentos.
Nos indivíduos vacinados a poliomielite é extremamente rara, excepto em pessoas já adultas à data da introdução da vacina.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A poliomielite é provocada por um vírus que se propaga através do contacto com indivíduos infectados, da água e dos alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos indivíduos vacinados a poliomielite é extremamente rara, excepto em pessoas já adultas à data da introdução da vacina.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poliomielite &#8211; O que é?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 18:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A poliomielite é uma doença grave causada por um vírus que danifica as células nervosas da medula espinhal que ocntrolam os músculos estriados. As manifestações iniciais mais comuns são a febre e os sintomas ligados ao processo infeccioso, como os vómitos e a dor de cabeça.
No contexto da evolução da doença surge o sintoma característico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A poliomielite é uma doença grave causada por um vírus que danifica as células nervosas da medula espinhal que ocntrolam os músculos estriados. As manifestações iniciais mais comuns são a febre e os sintomas ligados ao processo infeccioso, como os vómitos e a dor de cabeça.</p>
<p>No contexto da evolução da doença surge o sintoma característico e mais grave: a paralisia.</p>
<p>A paralisia pode afectar músculos ou grupos musculares isolados, geralmente das pernas, mas pode afectar também todos os músculos estriados.</p>
<p>Geralmente, os músculos da cabeça e do pescoço não são afectados. A paralisia pode regredir preogressivamente mas muitas vezes deixa sequelas definitivas.</p>
<p>Existem duas formas de poliomielite:</p>
<ol>
<li>Poliomielite infantil;</li>
<li>Poliomielite do adulto. </li>
</ol>
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		<title>Escarlatina &#8211; Qual é o tratamento?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 17:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[O tratamento baseia-se na administração de antibióticos activos contra os estreptococos, principalmente a penicilina, e de medicamentos contra a febre (antipiréticos), tais como o paracetamol.
Deve-se também fazer um reforço hídrico oral (beber muita água), para evitar a desidratação e, se necessário, arrefecer a criança com compressas húmidas.
O médico aconselha, para além disso, repouso, uma alimentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tratamento baseia-se na administração de antibióticos activos contra os estreptococos, principalmente a penicilina, e de medicamentos contra a febre (antipiréticos), tais como o paracetamol.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se também fazer um reforço hídrico oral (beber muita água), para evitar a desidratação e, se necessário, arrefecer a criança com compressas húmidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico aconselha, para além disso, repouso, uma alimentação ligeira (pastosa e fria de preferência) e o isolamento até à cura ou após 48 horas de antibioterapia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escarlatina &#8211; O que faz o médico?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 17:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[O exame clínico é o primeiro passo em direcção ao diagnóstico. No caso de dúvida, o médico executa uma zaragatoa faríngea (exame com um cotonete na garganta) e uma análise do sangue para tentar localizar a presença de anticorpos contra os estreptococos.
Ao exame com a Zaragatoa, cujos resultados demoram apenas uns minutos a ser conhecidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O exame clínico é o primeiro passo em direcção ao diagnóstico. No caso de dúvida, o médico executa uma zaragatoa faríngea (exame com um cotonete na garganta) e uma análise do sangue para tentar localizar a presença de anticorpos contra os estreptococos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao exame com a Zaragatoa, cujos resultados demoram apenas uns minutos a ser conhecidos, dá-se o nome de Pha directo.</p>
<p style="text-align: justify;">O controlo clínico e biológico da função renal e cardíaca serve para detectar eventuais complicações após o aparecimento da doença.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escarlatina &#8211; Quando consultar o médico?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 16:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[O médico deve ser consultado quando aparece uma febre elevada associada a sintomas cutâneos (coloração encarnada da pele difusa, erupção em placas) ou alterações das mucosas (coloração esbranquiçada da língua e garganta).
Uma epidemiaou o contágio recente de um familiar devem ser comunicados ao médico para ajudá-lo a formular rapidamente o diagnóstico.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O médico deve ser consultado quando aparece uma febre elevada associada a sintomas cutâneos (coloração encarnada da pele difusa, erupção em placas) ou alterações das mucosas (coloração esbranquiçada da língua e garganta).</p>
<p>Uma epidemiaou o contágio recente de um familiar devem ser comunicados ao médico para ajudá-lo a formular rapidamente o diagnóstico.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escarlatina &#8211; Qual a causa?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 16:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[A escarlatina é provocada por uma estirpe de estreptococos que segregam uma toxina, responsável pela erupção cutânea característica &#8211; os Streptococcus pyogenes do grupo A.
Estas bactérias são muito contagiosas e transmitem-se de indivíduo a indivíduo por contacto corporal ou através de gotas de saliva expulsas através de fala, tosse ou espirros.
Os estreptococos podem provocar outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A escarlatina é provocada por uma estirpe de estreptococos que segregam uma toxina, responsável pela erupção cutânea característica &#8211; os <em>Streptococcus pyogenes</em> do grupo A.</p>
<p>Estas bactérias são muito contagiosas e transmitem-se de indivíduo a indivíduo por contacto corporal ou através de gotas de saliva expulsas através de fala, tosse ou espirros.</p>
<p>Os estreptococos podem provocar outras doenças tais como a erisipela, a nefrite e a encefalite.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escarlatina &#8211; o que é?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 16:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[A escarlatina é uma doença contagiosa que afecta sobretudo as crianças, até à adolescência.
O período de incubação, quer dizer o tempo que decorre entre o contacto com o agente infeccioso e o aparecimento dos sintomas da doença, vai de 1 a 7 dias.
Os primeiros sintomas são dores de garganta, febre e uma cobertura esbranquiçada sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A escarlatina é uma doença contagiosa que afecta sobretudo as crianças, até à adolescência.</p>
<p>O período de incubação, quer dizer o tempo que decorre entre o contacto com o agente infeccioso e o aparecimento dos sintomas da doença, vai de 1 a 7 dias.</p>
<p>Os primeiros sintomas são dores de garganta, febre e uma cobertura esbranquiçada sobre as mucosas, entre as quais a língua.</p>
<p>Nas 12-24 horas sucessivas aparecem as erupções cutâneas características da escarlatina. A pele cobre-se de placas avermelhadas sobre as quais surgem pontinhos encarnados que se manifestam inicialmente no pescoço, na parte superior do tórax, nas axilas e nas virilhas e a seguir difundem-se rapidamente por todo o corpo; também a face fica encarnada, excepto na zona à volta da boca.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Antibióticos. Porque não?</title>
		<link>http://www.hospitata.com/antibioticos-porque-nao</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 15:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Remédios, técnicas e terapias]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria das pessoas acha que qualquer infecção é passível de ser tratada por antibióticos, qualquer que seja a sua etiologia.
É importante quebrar o mito de que os médicos não gostam de receitar antibióticos e outro ainda mais importante, que febre prolongada se trata com antibióticos.
Os antibióticos foram criados para destruir microrganismos, quer através da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-206 aligncenter" title="antibacterianos" src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2011/02/antibacterianos.jpg" alt="antibacterianos" width="326" height="214" />A maioria das pessoas acha que qualquer infecção é passível de ser tratada por antibióticos, qualquer que seja a sua etiologia.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante quebrar o mito de que os médicos não gostam de receitar antibióticos e outro ainda mais importante, que febre prolongada se trata com antibióticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os antibióticos foram criados para destruir microrganismos, quer através da inibição de algumas das suas funções, quer por interrupção da sua reprodução.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Amplamente difundidos, deverão ter aplicação sobretudo sobre bactérias, agindo sobre estas como agentes bactericidas ou bacteriostáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Atenção: os antibióticos não têm qualquer acção sobre os vírus e podem, em algumas situações virais, ser prejudiciais ao destruir a nossa flora bacteriana comensal que é protectora do nosso organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, os antibióticos devem usar-se apenas em infecções comprovadamente bacterianas ou em casos em que a suspeita imagiológica ou a clínica indiciem uma infecção causada por uma bactéria.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Candidíase &#8211; tratamento</title>
		<link>http://www.hospitata.com/candidiase-tratamento</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 22:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ginecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando é que uma infecção por candida justifica a ida ao médico?
É necessário comunicar ao médico todos os sintomas de candidíase porque um atraso na administração da terapêutica pode tornar a cura mais difícil.
Uma vez que a Candida albicans faz parte da flora saprófita de várias zonas do organismo, a cultura das secreções vaginais, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando é que uma infecção por candida justifica a ida ao médico?</strong></p>
<p>É necessário comunicar ao médico todos os sintomas de candidíase porque um atraso na administração da terapêutica pode tornar a cura mais difícil.</p>
<p>Uma vez que a <em>Candida albicans</em> faz parte da flora saprófita de várias zonas do organismo, a cultura das secreções vaginais, do exsudado da orofaringe ou de alguns tecidos, NÃO TEM INTERESSE DIAGNÓSTICO! O médico formula o diagnóstico de candidíase com base em alguns sintomas e através da observação das lesões.</p>
<p>Antes de prescrever a terapêutica, o médico tenta estabelecer, sempre que possível, a causa predisponente da candidíase. A terapêutica antimicótica (antifúngica), consiste na administração de nistatina, fármacos da classe dos imidazóis ou anfotericina, por via oral ou local. Para a candidíase vaginal, o médico geralmente receita óvulos ou cremes vaginais, cuja utilização se deve acompanhar de medidas de higiene escrupulosas. No caso de o parceiro sexual de mulher infectada ter sintomas, também ele deverá fazer terapêutica, devendo evitar as relações sexuais durante o período em que decorre o tratamento.</p>
]]></content:encoded>
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