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	<title>Hospitata &#187; Infecções Respiratórias Altas</title>
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	<description>O seu Hospital Online</description>
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		<title>Escarlatina &#8211; Clínica</title>
		<link>http://www.hospitata.com/escarlatina-clinica</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 02:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[A escarlatina é uma doença infecciosa exantemática, causada pelo Streptococcus pyogenes do grupo A.
 Clínica
- Febre de início súbito;
- Odinofagia ou sintomatologia de amigdalite, com hiperémia e exsudado da orofaringe e hipertrofia das amígdalas;
- Exantema maculopapular eritematoso, disperso por todo o corpo, de pequenas dimensões (tipo cabeça de alfinete), áspero como lixa. Nas pregas cutâneas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.jpg" title="Escarlatina"></a>A escarlatina é uma doença infecciosa exantemática, causada pelo <em>Streptococcus pyogenes</em> do grupo A.</p>
<p><strong> Clínica</strong></p>
<p>-<a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.jpg" title="Escarlatina"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.thumbnail.jpg" alt="Escarlatina" /></a> Febre de início súbito;</p>
<p>- Odinofagia ou sintomatologia de amigdalite, com hiperémia e exsudado da orofaringe e hipertrofia das amígdalas;</p>
<p>- Exantema maculopapular eritematoso, disperso por todo o corpo, de pequenas dimensões (tipo cabeça de alfinete), áspero como lixa. Nas pregas cutâneas o exantema é mais exuberante, dando-se o nome de linhas de Pastia ao nível das axilas e virilhas.</p>
<p>- A boca apresenta-se com uma coloração mais pálida do que o resto da face (palidez circun-oral ou peri-bucal). A língua, numa fase inicial apresenta-se esabranquiçada, evoluindo para um tom vermelho escuro, com aumento das dimensões das papilas, tomando o aspecto de morango ou framboesa.</p>
<p>As crianças ficam rabugentas e com diminuição do apetite. São frequentes os vómitos.</p>
<p>Cerca de duas semanas após o início da doença, a pele descama nas palmas das mãos e na planta dos pés.</p>
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		<title>Faringo-amigdalite</title>
		<link>http://www.hospitata.com/faringo-amigdalite</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 19:22:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os doentes com faringite apresentam tosse, odinofagia (dores de garganta), sensação de “garganta a arranhar” e febre. A faringite é uma das infecções pediátricas mais comuns.
A inflamação confinada apenas à faringe não é usual, mas quando o envolvimento das amígdalas é proeminente, usa-se o termo Amigdalite.
A faringite em crianças com menos de 2 anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os doentes com faringite apresentam tosse, odinofagia (dores de garganta), sensação de “garganta a arranhar” e febre. A faringite é uma das infecções pediátricas mais comuns.</p>
<p>A inflamação confinada apenas à faringe não é usual, mas quando o envolvimento das amígdalas é proeminente, usa-se o termo Amigdalite.</p>
<p>A faringite em crianças com menos de 2 anos de idade é geralmente viral; os estreptococos do grupo A são mais comuns em crianças com mais de 5 anos de idade e o <em>Mycoplasma</em>, gonococo e <em>Arcanobacterium haemolyticum</em> são mais comuns entre adolescentes.</p>
<p>Os agentes patogénicos virais são o rhinovirus, coronavirus, adenovirus, enterovirus, Ebstein-Barr vírus, Citomegalovirus e herpes Simplex vírus.</p>
<p><em>Manifestações clínicas</em></p>
<p>A observação da orofaringe revela:</p>
<ul>
<li>Eritema (coloração avermelhada da garganta);</li>
<li>Exsudado (presença de um corrimento);</li>
<li>Petéquias do palato (&#8221;pintas&#8221; vermelho-arroxeadas no céu da boca);</li>
<li>Hipertrofia das amígdalas (aumento do volume das amígdalas);</li>
<li>Linfadenopatia cervical anterior (aumento do volume dos gânglios do pescoço)</li>
</ul>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/amigdalite.jpg" title="Amigdalite"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/amigdalite.thumbnail.jpg" alt="Amigdalite" /></a></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><em>Complicações</em></p>
<p>São raras as complicações que ocorrem nas faringites: extensão aos espaços orofaríngeo e retrofaríngeo, abcessos periamigdalinos e tromboflebite da veia jugular interna (Síndrome Lemierre).</p>
<p><em>Tratamento</em></p>
<p>O tratamento de escolha para faringites estreptocócicas do grupo A é a penicilina. A eritromicina, claritromicina ou azitromicina são alternativas aceitáveis.</p>
<p>Quando a terapêutica falha na erradicação dos estreptocos do grupo A por colonização de anaeróbios produtores de beta-lactamases que destroem localmente a penicilina, a administração de clindamicina ou amoxicilina com ácido clavulânico são uma solução.</p>
<p>Os abcessos periamigdalinos podem ser tratados inicialmente com penicilina em altas doses e aspiração.</p>
<p>Em alguns casos em que há faringites de repetição, a amigdalectomia (remoção cirúrgica das amígdalas) é uma solução.</p>
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		<title>Nasofaringite</title>
		<link>http://www.hospitata.com/nasofaringite</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/nasofaringite#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 18:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Rinorreia (Corrimento nasal)
A rinorreia é uma manifestação comum de patologias mecânicas, alérgicas ou infecciosas.
A rinite infecciosa associa-se a um corrimento mucupurento (amarelo-esverdeado) que contém leucócitos polimorfonucleares (glóbulos brancos) e resulta da presença de rhinovirus e outros vírus respiratórios, tais como o vírus sincicial respiratório.
Manifestações clínica

Febre baixa;
Obstrução nasal;
“ressonar”;

Tratamento
O tratamento da rinite infecciosa inclui medidas gerais:

Controlo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Rinorreia (Corrimento nasal)</strong></em></p>
<p>A rinorreia é uma manifestação comum de patologias mecânicas, alérgicas ou infecciosas.<br />
A rinite infecciosa associa-se a um corrimento mucupurento (amarelo-esverdeado) que contém leucócitos polimorfonucleares (glóbulos brancos) e resulta da presença de rhinovirus e outros vírus respiratórios, tais como o vírus sincicial respiratório.</p>
<p><em>Manifestações clínica</em></p>
<ul>
<li>Febre baixa;</li>
<li>Obstrução nasal;</li>
<li>“ressonar”;</li>
</ul>
<p><em>Tratamento</em></p>
<p>O tratamento da rinite infecciosa inclui medidas gerais:</p>
<ul>
<li>Controlo da febre com antipiréticos;</li>
<li>Descongestionamento nasal;</li>
<li>Lavagem nasal com soro fisiológico ou água do mar.</li>
</ul>
<p><strong><em> Sinusite</em></strong></p>
<p>A sinusite é uma infecção supurativa dos seios paranasais e é geralmente complicação de gripes comuns e rinite alérgica.</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/sinusite.jpg" title="Sinusite"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/sinusite.thumbnail.jpg" alt="Sinusite" /></a></p>
<p>Os seios esfenoidal, etmoidal e maxilar estão presentes na altura do nascimento, enquanto que o seio frontal só se desenvolve por volta dos 12 meses de idade. A pneumatização dos seios é atrasada relativamente à formação dos seios; os seios frontais podem não aparecer como espaços preenchidos de ar até aos 10 anos de idade.</p>
<p><em>Etiologia</em></p>
<p>A obstrução do fluxo mucociliar predispõe à proliferação bacteriana.<br />
As bactérias que normalmente produzem a sinusite aguda são os pneumococos, o <em>Haemophilus influenzae</em>, <em>Moraxella catarrhalis</em>, bactérias  anaeróbicas e, raramente, estreptococos e estafilococos.</p>
<p><em>Manifestações clínicas</em></p>
<ul>
<li>Rinorreia mucopurulenta persistente;</li>
<li>Tosse (principalmente à noite);</li>
<li>Obstrução nasal;</li>
<li>Voz nasalada;</li>
<li>Edema (aumento de volume) e dor na face;</li>
<li>Cefaleias (dor de cabeça);</li>
</ul>
<p><em>Tratamento</em></p>
<p>A antibioterapia com amoxicilina ou amoxicilina com ácido clavulânico é geralmente eficaz na sinusite não complicada.</p>
<p>As complicações devem ser tratadas com drenagem e, se indicado, com antibióticos de largo espectro.</p>
<p><em>Complicações</em></p>
<ul>
<li>Celulite da órbita;</li>
<li>Empiema subdural ou epidural;</li>
<li>Abcesso cerebral;</li>
<li>Trombose seio dural;</li>
<li>Osteomielite do frontal;</li>
<li>Meningite</li>
<li>Exacerbação da broncoconstrição em doentes asmáticos.</li>
</ul>
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		<title>Otite Média</title>
		<link>http://www.hospitata.com/otite-media</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/otite-media#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 18:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se de uma infecção supurativa da cavidade média do ouvido, sendo mais comum em crianças entre os 6 meses e os 2 anos.
Existe um grupo de crianças de risco, que está mais facilmente atreito a este tipo de infecção:
• Crianças com infecção por VIH;
• Crianças com fenda do palato;
• Crianças com Síndrome de Down.
É mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de uma infecção supurativa da cavidade média do ouvido, sendo mais comum em crianças entre os 6 meses e os 2 anos.</p>
<p>Existe um grupo de crianças de risco, que está mais facilmente atreito a este tipo de infecção:<br />
• Crianças com infecção por VIH;<br />
• Crianças com fenda do palato;<br />
• Crianças com Síndrome de Down.</p>
<p>É mais comum em crianças do sexo masculino, crianças de baixa condição socio-económica, lactentes a fazer aleitamento artificial e nos meses de Inverno.</p>
<p><strong>Patogénese</strong></p>
<p>As bactérias têm acesso à cavidade média do ouvido quando a trompa de Eustáquio não está totalmente funcionante, estando bloqueada por infecções locais, faringite ou hipetrofia dos adenóides.<br />
O ar que fica “retido” na cavidade média do ouvido é reabsorvido, criando pressão negativa nesta cavidade, o que permite o refluxo de bactérias. Este refluxo bacteriano e a obstrução das secreções do ouvido médio para a faringe conduz a um derrame do ouvido médio que é infectado por bactérias da nasofaringe.<br />
Os agentes patogénicos mais comuns são os pneumococos, o <em>Haemophilus influenzae</em>, a <em>Moraxella catarrhalis</em> e, menos frequentemente os estreptococos do grupo A.</p>
<p>É importante referir que estes microrganismos são cada vez mais resistentes à antibioterapia clássica (penicilina), principalmente em crianças que frequentam creches ou infantários e naquelas que fizeram antibioterapia recentemente. Associados às bactérias podem estar os vírus, que aparecem neste contexto como agentes copatogénicos. O vírus sincicial respiratório, o rhinovirus e o citomegalovirus são alguns desses agentes.</p>
<p><strong>Manifestações clínicas</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>• Febre<br />
• Irritabilidade<br />
• Dor de carácter intermitente (a criança está bem e de repente grita queixando-se de dor. Frequentemente acordam durante a noite com dores)<br />
• Vómitos<br />
• Diarreia<br />
• Depressão da fontanela<br />
• Tonturas<br />
• Acúfenos (“apitos” nos ouvidos)<br />
• Otorreia (é comum as crianças aparecerem com um líquido amarelo-esverdeado que escorre do ouvido, principalmente quando ocorre perfuração timpânica).</p>
<p>De salientar que na maior parte das vezes à perfuração segue-se um alívio da dor.</p>
<p>Na otosocopia podem verificar-se alterações distintas:<br />
• Presença de um cone de luz que vai do centro da membrana timpânica para a sua margem antero-inferior, que traduz geralmente um processo de otite média serosa;<br />
• Hiperémia da membrana do tímpano com perda da identificação dos elementos da cadeia ossicular do ouvido (principalmente do martelo);<br />
• Abaulamento da membrana timpânica<br />
• Perfuração timpânica</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-serosa.gif" title="Otite Serosa"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-serosa.thumbnail.gif" alt="Otite Serosa" /></a><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/hiperemia-timpanica.gif" title="Hiperémia Timpânica"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/hiperemia-timpanica.thumbnail.gif" alt="Hiperémia Timpânica" /></a> <a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/abaulamento-timpanico.gif" title="Abaulamento Timpanico"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/abaulamento-timpanico.thumbnail.gif" alt="Abaulamento Timpanico" /></a></p>
<p><strong>ATENÇÃO</strong>: Por vezes o gesto de limpar os ouvidos das crianças com cotonetes pode provocar perfuração da membrana timpânica e desencadear uma hemorragia.</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/perfuracao-timpanica.jpg" title="Perfuração tímpano"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/perfuracao-timpanica.thumbnail.jpg" alt="Perfuração tímpano" /></a></p>
<p>A otite média pode associar-se a uma conjuntivite ipsilateral. Quando estamos perante este quadro clínico a etiologia mais provável é o <em>Haemophilus influenzae</em>.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>O uso de vacinas conjugadas para o <em>Streptococcus pneumoniae</em> associa-se apenas a um baixo decréscimo na incidência de otite média.<br />
Os antibióticos orais frequentemente usados para tratar a otite média são: amoxicilina, amoxicilina + ácido clavulânico, trimetropim + sulfametoxazole, eritromicina.<br />
As cefalosporinas orais (cefaclor, cefuroxime, cefixime, cefpodoxime, cefprozil, cefdinir e loracarbef) estão também aprovadas para o tratamento da otite média causada por organismos produtores de beta-lactamases, devendo preconizar-se doses diárias ou bidiárias.</p>
<p>Pode ser necessária a timpanocentese naqueles doentes que são difíceis de tratar ou naqueles que não respondem à terapêutica.</p>
<p>Os descongestionantes e os anti-histamínicos não são eficazes quando utilizados isoladamente nem quando associados à antibioterapia.</p>
<p><strong> </strong>No caso de haver febre e se a dor for muito intensa, pode e deve associar-se a analgesia e a antipirexia à antibioterapia, recorrendo a analgésicos e antipiréticos.</p>
<p><strong>Complicações</strong></p>
<p>• Perda de audição;<br />
• Derrame auricular crónico;<br />
• Formação de coleastoma;<br />
• Petrosite (alterações a nível do rochedo);<br />
• Extensão intracraniana<br />
o Abcesso cerebral;<br />
o Empiema sub-dural;<br />
o Trombose venosa.<br />
• Mastoidite</p>
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		<title>Otite Externa</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 16:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este tipo de otite, também conhecida por ouvido da nadador, é uma infecção aguda do canal auditivo externo.
Traumatismos ou exposição prolongada a humidade predispõem a esta infecção.
Os agentes causadores mais comuns desta patologia são a Pseudomonas aeruginosa, o Staphilococcus aureus e restante flora cutânea.
A criança infectada tem dor forte localizada unilateralmente  (ao nível do ouvido). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este tipo de otite, também conhecida por ouvido da nadador, é uma infecção aguda do canal auditivo externo.<br />
Traumatismos ou exposição prolongada a humidade predispõem a esta infecção.</p>
<p>Os agentes causadores mais comuns desta patologia são a <em>Pseudomonas aeruginosa</em>, o <em>Staphilococcus aureus</em> e restante flora cutânea.</p>
<p>A criança infectada tem <strong>dor</strong> forte localizada unilateralmente  (ao nível do ouvido). Quando se palpa a região do tragus da orelha esta desencadeia dor, fenómeno este que também é verificado na otite média.</p>
<p>À observação com o otoscópio o mais comum é não se encontrarem quaisquer alterações ao nível da membrana do tímpano, existindo apenas uma <strong>hiperémia do canal auditivo</strong> (apresenta uma coloração mais avermelhada).</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-externa.jpg" title="Otite externa"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-externa.thumbnail.jpg" alt="Otite externa" /></a></p>
<p>As crianças diabéticas podem apresentar uma forma particular de otite externa, designada por otite externa maligna. Nestes casos ocorre uma <strong>celulite grave</strong> causada pela <em>Pseudomonas aeruginosa</em>.</p>
<p>Outras situações que podem confundir-se com otite média externa e, como tal, constituem o seu diagnóstico diferencial, são as seguintes:<br />
• Presença de corpo estranho (pequenos objectos ou insectos);<br />
• Traumatismos;<br />
• Dor reflexa.</p>
<p>O tratamento de uma otite externa não complicada inclui irrigação e antibióticos tópicos (de aplicação local).<br />
Quando estamos na presença de um abcesso, este deve ser drenado e, no caso particular da celulite grave, deve fazer-se antibioterapia parentérica utilizando antibióticos específicos.</p>
<p>Não esquecer que este tipo de infecção causa dor e, como tal, devemos aliviá-la dando analgésicos à criança.</p>
<p>A perda de apetite e a irritabilidade são transitórios.</p>
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