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	<title>Hospitata &#187; Pediatria</title>
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	<description>O seu Hospital Online</description>
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		<title>Escarlatina &#8211; Clínica</title>
		<link>http://www.hospitata.com/escarlatina-clinica</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 02:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[A escarlatina é uma doença infecciosa exantemática, causada pelo Streptococcus pyogenes do grupo A.
 Clínica
- Febre de início súbito;
- Odinofagia ou sintomatologia de amigdalite, com hiperémia e exsudado da orofaringe e hipertrofia das amígdalas;
- Exantema maculopapular eritematoso, disperso por todo o corpo, de pequenas dimensões (tipo cabeça de alfinete), áspero como lixa. Nas pregas cutâneas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.jpg" title="Escarlatina"></a>A escarlatina é uma doença infecciosa exantemática, causada pelo <em>Streptococcus pyogenes</em> do grupo A.</p>
<p><strong> Clínica</strong></p>
<p>-<a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.jpg" title="Escarlatina"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2008/04/escarlatina.thumbnail.jpg" alt="Escarlatina" /></a> Febre de início súbito;</p>
<p>- Odinofagia ou sintomatologia de amigdalite, com hiperémia e exsudado da orofaringe e hipertrofia das amígdalas;</p>
<p>- Exantema maculopapular eritematoso, disperso por todo o corpo, de pequenas dimensões (tipo cabeça de alfinete), áspero como lixa. Nas pregas cutâneas o exantema é mais exuberante, dando-se o nome de linhas de Pastia ao nível das axilas e virilhas.</p>
<p>- A boca apresenta-se com uma coloração mais pálida do que o resto da face (palidez circun-oral ou peri-bucal). A língua, numa fase inicial apresenta-se esabranquiçada, evoluindo para um tom vermelho escuro, com aumento das dimensões das papilas, tomando o aspecto de morango ou framboesa.</p>
<p>As crianças ficam rabugentas e com diminuição do apetite. São frequentes os vómitos.</p>
<p>Cerca de duas semanas após o início da doença, a pele descama nas palmas das mãos e na planta dos pés.</p>
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		<title>Faringo-amigdalite</title>
		<link>http://www.hospitata.com/faringo-amigdalite</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 19:22:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os doentes com faringite apresentam tosse, odinofagia (dores de garganta), sensação de “garganta a arranhar” e febre. A faringite é uma das infecções pediátricas mais comuns.
A inflamação confinada apenas à faringe não é usual, mas quando o envolvimento das amígdalas é proeminente, usa-se o termo Amigdalite.
A faringite em crianças com menos de 2 anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os doentes com faringite apresentam tosse, odinofagia (dores de garganta), sensação de “garganta a arranhar” e febre. A faringite é uma das infecções pediátricas mais comuns.</p>
<p>A inflamação confinada apenas à faringe não é usual, mas quando o envolvimento das amígdalas é proeminente, usa-se o termo Amigdalite.</p>
<p>A faringite em crianças com menos de 2 anos de idade é geralmente viral; os estreptococos do grupo A são mais comuns em crianças com mais de 5 anos de idade e o <em>Mycoplasma</em>, gonococo e <em>Arcanobacterium haemolyticum</em> são mais comuns entre adolescentes.</p>
<p>Os agentes patogénicos virais são o rhinovirus, coronavirus, adenovirus, enterovirus, Ebstein-Barr vírus, Citomegalovirus e herpes Simplex vírus.</p>
<p><em>Manifestações clínicas</em></p>
<p>A observação da orofaringe revela:</p>
<ul>
<li>Eritema (coloração avermelhada da garganta);</li>
<li>Exsudado (presença de um corrimento);</li>
<li>Petéquias do palato (&#8221;pintas&#8221; vermelho-arroxeadas no céu da boca);</li>
<li>Hipertrofia das amígdalas (aumento do volume das amígdalas);</li>
<li>Linfadenopatia cervical anterior (aumento do volume dos gânglios do pescoço)</li>
</ul>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/amigdalite.jpg" title="Amigdalite"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/amigdalite.thumbnail.jpg" alt="Amigdalite" /></a></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><em>Complicações</em></p>
<p>São raras as complicações que ocorrem nas faringites: extensão aos espaços orofaríngeo e retrofaríngeo, abcessos periamigdalinos e tromboflebite da veia jugular interna (Síndrome Lemierre).</p>
<p><em>Tratamento</em></p>
<p>O tratamento de escolha para faringites estreptocócicas do grupo A é a penicilina. A eritromicina, claritromicina ou azitromicina são alternativas aceitáveis.</p>
<p>Quando a terapêutica falha na erradicação dos estreptocos do grupo A por colonização de anaeróbios produtores de beta-lactamases que destroem localmente a penicilina, a administração de clindamicina ou amoxicilina com ácido clavulânico são uma solução.</p>
<p>Os abcessos periamigdalinos podem ser tratados inicialmente com penicilina em altas doses e aspiração.</p>
<p>Em alguns casos em que há faringites de repetição, a amigdalectomia (remoção cirúrgica das amígdalas) é uma solução.</p>
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		<title>Nasofaringite</title>
		<link>http://www.hospitata.com/nasofaringite</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 18:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Rinorreia (Corrimento nasal)
A rinorreia é uma manifestação comum de patologias mecânicas, alérgicas ou infecciosas.
A rinite infecciosa associa-se a um corrimento mucupurento (amarelo-esverdeado) que contém leucócitos polimorfonucleares (glóbulos brancos) e resulta da presença de rhinovirus e outros vírus respiratórios, tais como o vírus sincicial respiratório.
Manifestações clínica

Febre baixa;
Obstrução nasal;
“ressonar”;

Tratamento
O tratamento da rinite infecciosa inclui medidas gerais:

Controlo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Rinorreia (Corrimento nasal)</strong></em></p>
<p>A rinorreia é uma manifestação comum de patologias mecânicas, alérgicas ou infecciosas.<br />
A rinite infecciosa associa-se a um corrimento mucupurento (amarelo-esverdeado) que contém leucócitos polimorfonucleares (glóbulos brancos) e resulta da presença de rhinovirus e outros vírus respiratórios, tais como o vírus sincicial respiratório.</p>
<p><em>Manifestações clínica</em></p>
<ul>
<li>Febre baixa;</li>
<li>Obstrução nasal;</li>
<li>“ressonar”;</li>
</ul>
<p><em>Tratamento</em></p>
<p>O tratamento da rinite infecciosa inclui medidas gerais:</p>
<ul>
<li>Controlo da febre com antipiréticos;</li>
<li>Descongestionamento nasal;</li>
<li>Lavagem nasal com soro fisiológico ou água do mar.</li>
</ul>
<p><strong><em> Sinusite</em></strong></p>
<p>A sinusite é uma infecção supurativa dos seios paranasais e é geralmente complicação de gripes comuns e rinite alérgica.</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/sinusite.jpg" title="Sinusite"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/sinusite.thumbnail.jpg" alt="Sinusite" /></a></p>
<p>Os seios esfenoidal, etmoidal e maxilar estão presentes na altura do nascimento, enquanto que o seio frontal só se desenvolve por volta dos 12 meses de idade. A pneumatização dos seios é atrasada relativamente à formação dos seios; os seios frontais podem não aparecer como espaços preenchidos de ar até aos 10 anos de idade.</p>
<p><em>Etiologia</em></p>
<p>A obstrução do fluxo mucociliar predispõe à proliferação bacteriana.<br />
As bactérias que normalmente produzem a sinusite aguda são os pneumococos, o <em>Haemophilus influenzae</em>, <em>Moraxella catarrhalis</em>, bactérias  anaeróbicas e, raramente, estreptococos e estafilococos.</p>
<p><em>Manifestações clínicas</em></p>
<ul>
<li>Rinorreia mucopurulenta persistente;</li>
<li>Tosse (principalmente à noite);</li>
<li>Obstrução nasal;</li>
<li>Voz nasalada;</li>
<li>Edema (aumento de volume) e dor na face;</li>
<li>Cefaleias (dor de cabeça);</li>
</ul>
<p><em>Tratamento</em></p>
<p>A antibioterapia com amoxicilina ou amoxicilina com ácido clavulânico é geralmente eficaz na sinusite não complicada.</p>
<p>As complicações devem ser tratadas com drenagem e, se indicado, com antibióticos de largo espectro.</p>
<p><em>Complicações</em></p>
<ul>
<li>Celulite da órbita;</li>
<li>Empiema subdural ou epidural;</li>
<li>Abcesso cerebral;</li>
<li>Trombose seio dural;</li>
<li>Osteomielite do frontal;</li>
<li>Meningite</li>
<li>Exacerbação da broncoconstrição em doentes asmáticos.</li>
</ul>
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		<title>Otite Média</title>
		<link>http://www.hospitata.com/otite-media</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 18:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se de uma infecção supurativa da cavidade média do ouvido, sendo mais comum em crianças entre os 6 meses e os 2 anos.
Existe um grupo de crianças de risco, que está mais facilmente atreito a este tipo de infecção:
• Crianças com infecção por VIH;
• Crianças com fenda do palato;
• Crianças com Síndrome de Down.
É mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de uma infecção supurativa da cavidade média do ouvido, sendo mais comum em crianças entre os 6 meses e os 2 anos.</p>
<p>Existe um grupo de crianças de risco, que está mais facilmente atreito a este tipo de infecção:<br />
• Crianças com infecção por VIH;<br />
• Crianças com fenda do palato;<br />
• Crianças com Síndrome de Down.</p>
<p>É mais comum em crianças do sexo masculino, crianças de baixa condição socio-económica, lactentes a fazer aleitamento artificial e nos meses de Inverno.</p>
<p><strong>Patogénese</strong></p>
<p>As bactérias têm acesso à cavidade média do ouvido quando a trompa de Eustáquio não está totalmente funcionante, estando bloqueada por infecções locais, faringite ou hipetrofia dos adenóides.<br />
O ar que fica “retido” na cavidade média do ouvido é reabsorvido, criando pressão negativa nesta cavidade, o que permite o refluxo de bactérias. Este refluxo bacteriano e a obstrução das secreções do ouvido médio para a faringe conduz a um derrame do ouvido médio que é infectado por bactérias da nasofaringe.<br />
Os agentes patogénicos mais comuns são os pneumococos, o <em>Haemophilus influenzae</em>, a <em>Moraxella catarrhalis</em> e, menos frequentemente os estreptococos do grupo A.</p>
<p>É importante referir que estes microrganismos são cada vez mais resistentes à antibioterapia clássica (penicilina), principalmente em crianças que frequentam creches ou infantários e naquelas que fizeram antibioterapia recentemente. Associados às bactérias podem estar os vírus, que aparecem neste contexto como agentes copatogénicos. O vírus sincicial respiratório, o rhinovirus e o citomegalovirus são alguns desses agentes.</p>
<p><strong>Manifestações clínicas</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>• Febre<br />
• Irritabilidade<br />
• Dor de carácter intermitente (a criança está bem e de repente grita queixando-se de dor. Frequentemente acordam durante a noite com dores)<br />
• Vómitos<br />
• Diarreia<br />
• Depressão da fontanela<br />
• Tonturas<br />
• Acúfenos (“apitos” nos ouvidos)<br />
• Otorreia (é comum as crianças aparecerem com um líquido amarelo-esverdeado que escorre do ouvido, principalmente quando ocorre perfuração timpânica).</p>
<p>De salientar que na maior parte das vezes à perfuração segue-se um alívio da dor.</p>
<p>Na otosocopia podem verificar-se alterações distintas:<br />
• Presença de um cone de luz que vai do centro da membrana timpânica para a sua margem antero-inferior, que traduz geralmente um processo de otite média serosa;<br />
• Hiperémia da membrana do tímpano com perda da identificação dos elementos da cadeia ossicular do ouvido (principalmente do martelo);<br />
• Abaulamento da membrana timpânica<br />
• Perfuração timpânica</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-serosa.gif" title="Otite Serosa"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-serosa.thumbnail.gif" alt="Otite Serosa" /></a><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/hiperemia-timpanica.gif" title="Hiperémia Timpânica"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/hiperemia-timpanica.thumbnail.gif" alt="Hiperémia Timpânica" /></a> <a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/abaulamento-timpanico.gif" title="Abaulamento Timpanico"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/abaulamento-timpanico.thumbnail.gif" alt="Abaulamento Timpanico" /></a></p>
<p><strong>ATENÇÃO</strong>: Por vezes o gesto de limpar os ouvidos das crianças com cotonetes pode provocar perfuração da membrana timpânica e desencadear uma hemorragia.</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/perfuracao-timpanica.jpg" title="Perfuração tímpano"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/perfuracao-timpanica.thumbnail.jpg" alt="Perfuração tímpano" /></a></p>
<p>A otite média pode associar-se a uma conjuntivite ipsilateral. Quando estamos perante este quadro clínico a etiologia mais provável é o <em>Haemophilus influenzae</em>.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>O uso de vacinas conjugadas para o <em>Streptococcus pneumoniae</em> associa-se apenas a um baixo decréscimo na incidência de otite média.<br />
Os antibióticos orais frequentemente usados para tratar a otite média são: amoxicilina, amoxicilina + ácido clavulânico, trimetropim + sulfametoxazole, eritromicina.<br />
As cefalosporinas orais (cefaclor, cefuroxime, cefixime, cefpodoxime, cefprozil, cefdinir e loracarbef) estão também aprovadas para o tratamento da otite média causada por organismos produtores de beta-lactamases, devendo preconizar-se doses diárias ou bidiárias.</p>
<p>Pode ser necessária a timpanocentese naqueles doentes que são difíceis de tratar ou naqueles que não respondem à terapêutica.</p>
<p>Os descongestionantes e os anti-histamínicos não são eficazes quando utilizados isoladamente nem quando associados à antibioterapia.</p>
<p><strong> </strong>No caso de haver febre e se a dor for muito intensa, pode e deve associar-se a analgesia e a antipirexia à antibioterapia, recorrendo a analgésicos e antipiréticos.</p>
<p><strong>Complicações</strong></p>
<p>• Perda de audição;<br />
• Derrame auricular crónico;<br />
• Formação de coleastoma;<br />
• Petrosite (alterações a nível do rochedo);<br />
• Extensão intracraniana<br />
o Abcesso cerebral;<br />
o Empiema sub-dural;<br />
o Trombose venosa.<br />
• Mastoidite</p>
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		<title>Otite Externa</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 16:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecções Respiratórias Altas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este tipo de otite, também conhecida por ouvido da nadador, é uma infecção aguda do canal auditivo externo.
Traumatismos ou exposição prolongada a humidade predispõem a esta infecção.
Os agentes causadores mais comuns desta patologia são a Pseudomonas aeruginosa, o Staphilococcus aureus e restante flora cutânea.
A criança infectada tem dor forte localizada unilateralmente  (ao nível do ouvido). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este tipo de otite, também conhecida por ouvido da nadador, é uma infecção aguda do canal auditivo externo.<br />
Traumatismos ou exposição prolongada a humidade predispõem a esta infecção.</p>
<p>Os agentes causadores mais comuns desta patologia são a <em>Pseudomonas aeruginosa</em>, o <em>Staphilococcus aureus</em> e restante flora cutânea.</p>
<p>A criança infectada tem <strong>dor</strong> forte localizada unilateralmente  (ao nível do ouvido). Quando se palpa a região do tragus da orelha esta desencadeia dor, fenómeno este que também é verificado na otite média.</p>
<p>À observação com o otoscópio o mais comum é não se encontrarem quaisquer alterações ao nível da membrana do tímpano, existindo apenas uma <strong>hiperémia do canal auditivo</strong> (apresenta uma coloração mais avermelhada).</p>
<p align="center"><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-externa.jpg" title="Otite externa"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/otite-externa.thumbnail.jpg" alt="Otite externa" /></a></p>
<p>As crianças diabéticas podem apresentar uma forma particular de otite externa, designada por otite externa maligna. Nestes casos ocorre uma <strong>celulite grave</strong> causada pela <em>Pseudomonas aeruginosa</em>.</p>
<p>Outras situações que podem confundir-se com otite média externa e, como tal, constituem o seu diagnóstico diferencial, são as seguintes:<br />
• Presença de corpo estranho (pequenos objectos ou insectos);<br />
• Traumatismos;<br />
• Dor reflexa.</p>
<p>O tratamento de uma otite externa não complicada inclui irrigação e antibióticos tópicos (de aplicação local).<br />
Quando estamos na presença de um abcesso, este deve ser drenado e, no caso particular da celulite grave, deve fazer-se antibioterapia parentérica utilizando antibióticos específicos.</p>
<p>Não esquecer que este tipo de infecção causa dor e, como tal, devemos aliviá-la dando analgésicos à criança.</p>
<p>A perda de apetite e a irritabilidade são transitórios.</p>
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		<title>Direitos da criança hospitalizada</title>
		<link>http://www.hospitata.com/direitos-da-crianca-hospitalizada</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 22:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[Para além de todos os direitos que as crianças têm enquanto seres humanos e, mais ainda por serem seres inocentes e incapazes de se proteger, existem determinadas preocupações que devem ser tidas quando estas estão hospitalizadas e, por isso, mais vulneráveis.
Na tentativa de proporcionar o melhor às crianças que estão no hospital, vários países europeus reuniram-se, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para além de todos os direitos que as crianças têm enquanto seres humanos e, mais ainda por serem seres inocentes e incapazes de se proteger, existem determinadas preocupações que devem ser tidas quando estas estão hospitalizadas e, por isso, mais vulneráveis.</p>
<p>Na tentativa de proporcionar o melhor às crianças que estão no hospital, vários países europeus reuniram-se, em 1988, para que fosse criada uma carta com os seus direitos.</p>
<p>Este é apenas um exemplo daquilo que pode e deve ser aplicado.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/carta.pdf" title="Carta da criança hospitalizada">Carta da criança hospitalizada</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feridas incisas &#8211; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 21:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[Se o seu filho caiu ou se feriu com alguma gravidade e apresenta um &#8220;corte&#8221; ou golpe fundo (ferida incisa) e a hemorragia é tão intensa que não consegue fazer o sangue parar de correr, dirija-se ao Serviço de Urgência mais próximo.
Antes de procurar ajuda médica especializada, há vários procedimentos simples que pode efectuar no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o seu filho caiu ou se feriu com alguma gravidade e apresenta um &#8220;corte&#8221; ou golpe fundo (ferida incisa) e a hemorragia é tão intensa que não consegue fazer o sangue parar de correr, dirija-se ao Serviço de Urgência mais próximo.</p>
<p>Antes de procurar ajuda médica especializada, há vários procedimentos simples que pode efectuar no domicílio e que ajudarão bastante:</p>
<ol>
<li>Lave com água corrente abundante a zona ferida para que sejam removidos eventuais corpos estranhos ou &#8220;sujidade&#8221;. Uma alternativa à água é o soro fisiológico. Estes dois líquidos não causam ardor e não provocam qualquer reacção estranha na região lesada;</li>
<li>Se mesmo após a lavagem a hemorragia se mantiver, tente a todo o custo estancá-la fazendo pressão localmente. Evite apertar a zona com ligaduras ou panos em redor da área afectada pois pode fazer efeito de garrote e provocar alterações na irrigação;</li>
<li>Se a lesão tiver sido provocada por material conspurcado (ferros enferrujados, instrumentos sujos,&#8230;), procure o boletim de vacinas do  seu filho e veja se estas estão actualizadas</li>
</ol>
<p>Depois de ter efectuado os procedimentos básicos e se achar que são necessários outros cuidados, procure então ajuda médica.</p>
<p>Muitas crianças ficam aflitas só de pensar que vão ser &#8220;cosidas&#8221;. A sutura (nome técnico para coser) não é indolor e, como tal, não deve dizer à criança que &#8220;não vai doer nada&#8221;. As crianças não devem ser enganadas, mas sim esclarecidas sobre aquilo que lhe vai acontecer, devendo esse esclarecimento adaptar-se à idade e grau de entendimento das mesmas.</p>
<p>Hoje em dia, se a ferida incisa tiver bordos passíveis de ser juntos e colocado um adesivo ou &#8220;cola adesiva&#8221;, podem evitar-se os incómodos pontos. Existem no entanto situações em que só uma agulha, um porta-agulhas e um fio de sutura resolvem o problema.</p>
<p>Deve começar por explicar que antes se ser suturado será desinfectado o local da ferida e que ser-lhe-à dada uma anestesia para que não sinta dor enquanto está a levar os pontos. O que vai doer é a picada da anestesia &#8220;É como se fosse uma picada de um mosquito e depois vai passar&#8221;.</p>
<p>Em crianças mais rebeldes e agitadas é por vezes necessário recorrer à força para as segurar e manter quietas enquanto se realiza a sutura. Se estas crianças forem elucidadas, podem evitar-se alguns gestos mais bruscos que poderão deixar mais marcas do que o próprio procedimento cirúrgico.</p>
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		<title>Hérnia inguinal na criança</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 21:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[A hérnia inguinal é uma tumefacção (aumento de volume/ &#8220;caroço&#8221;) na virilha que pode aparecer e desaparecer.
As hérnias são apenas situação de urgência quando encarceradas, ou seja, se a ela se associarem os seguintes sinais ou sintomas:

não desaparecer após manipulação/massagem
dor local intensa
sinais inflamatórios locais: rubor e calor (vermelho e quente)
choro persistente
vómitos incoercíveis/repetidos
obstipação (prisão de ventre) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A hérnia inguinal é uma tumefacção (aumento de volume/ &#8220;caroço&#8221;) na virilha que pode aparecer e desaparecer.</p>
<p>As hérnias são apenas situação de urgência quando encarceradas, ou seja, se a ela se associarem os seguintes sinais ou sintomas:</p>
<ul>
<li>não desaparecer após manipulação/massagem</li>
<li>dor local intensa</li>
<li>sinais inflamatórios locais: rubor e calor (vermelho e quente)</li>
<li>choro persistente</li>
<li>vómitos incoercíveis/repetidos</li>
<li>obstipação (prisão de ventre) ou dificuldade em urinar</li>
<li>febre</li>
</ul>
<p>Se a criança apresentar algum dos sinais/sintomas mencionados, deve fazer o seguinte:</p>
<ul>
<li>dar-lhe um analgésico, como por exemplo o paracetamol</li>
<li>deitá-la com as pernas elevadas (a um nível superior ao da cabeça) e massajar o local da hérnia</li>
<li>não dar de comer nem de beber, uma vez que pode ser uma situação passível de cirurgia e a criança deverá estar em jejum para ser operada</li>
<li>dirigir-se a um serviço de Urgência o mais depressa possível</li>
</ul>
<p>No serviço de Urgência os médicos experientes reduzem manualmente a hérnia e, em raras excepções, é realizada uma cirurgia de urgência.</p>
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		<title>Traumatismo craneano</title>
		<link>http://www.hospitata.com/traumatismo-craneano</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 20:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[Se o seu filho teve um traumatismo craneano e, na sequência da observação no hospital, não ficou internado, trata-se de um traumatismo ligeiro.
Existem algumas precauções a ter e deve ter em atenção as queixas que a criança apresenta nas 48 horas que se seguem ao traumatismo.
Os sinais/sintomas que o devem fazer voltar a um serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o seu filho teve um traumatismo craneano e, na sequência da observação no hospital, não ficou internado, trata-se de um traumatismo ligeiro.</p>
<p>Existem algumas precauções a ter e deve ter em atenção as queixas que a criança apresenta nas 48 horas que se seguem ao traumatismo.</p>
<p>Os sinais/sintomas que o devem fazer voltar a um serviço de Urgência são os seguintes:</p>
<ul>
<li>vómitos incoercíveis (violentos e repetidos)</li>
<li>agitação ou prostração, choro gritado ou comportamento diferente do habitual</li>
<li>sonolência exagerada</li>
<li>convulsões ou ataques epilépticos</li>
<li>perdas de consciência/desmaios</li>
<li>cefaleias (dores de cabeça) muito intensas</li>
<li>falta de força ou parestesias (formigueiro/dormência) num membro ou em metade do corpo</li>
<li>alterações na visão ou na fala</li>
<li>hemorragias nasais ou auriculares (nariz ou ouvido)</li>
<li>alterações na fontanela (moleirinha): mais tensa ou saliente</li>
</ul>
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		<title>Estomatite aftosa</title>
		<link>http://www.hospitata.com/estomatite-aftosa</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 20:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se de uma doença viral, que dura cerca de uma semana.
Manifesta-se por febre alta, que se mantém, e por aftas muito dolorosas e incómodas na boca. Geralmente a criança perde o apetite e, consequentemente, algum peso.

Deve oferecer líquidos frios e doces com frequência, evitando bebidas ácidas que causam ardor e dor;
A alimentação deve basear-se em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de uma doença viral, que dura cerca de uma semana.</p>
<p>Manifesta-se por febre alta, que se mantém, e por aftas muito dolorosas e incómodas na boca. Geralmente a criança perde o apetite e, consequentemente, algum peso.</p>
<ul>
<li>Deve oferecer líquidos frios e doces com frequência, evitando bebidas ácidas que causam ardor e dor;</li>
<li>A alimentação deve basear-se em alimentos moles, líquidos, frios e doces como o leite, batidos ou iogurtes líquidos, gelatinas, pudins, papas,&#8230;</li>
<li>É preferível insistir para beber do que para comer.</li>
</ul>
<p>Se a criança começar a sangrar das gengivas ao fim de alguns dias, não se preocupe porque faz parte da evolução da doença, passando por si e sem qualquer medicamento.</p>
<p>O apetite e o peso perdidos com o aparecimento da doença reaparecerão quando esta passar.</p>
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