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	<title>Hospitata &#187; Neurologia</title>
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	<description>O seu Hospital Online</description>
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		<title>Dores na face</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 22:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O que são as dores na face?
Existem várias formas de nevralgias faciais; a mais frequente é a do trigémio, caracterizada por dores intensas, breves e lancinantes. Também pode ser chamada tique doloroso porque, às vezes, a dor acompanha-se de uma deformação do rosto.
Os nervos trigémios representam um quinto dos nervos cranianos. Cada um destes nervos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que são as dores na face?</strong></p>
<p>Existem várias formas de nevralgias faciais; a mais frequente é a do trigémio, caracterizada por dores intensas, breves e lancinantes. Também pode ser chamada tique doloroso porque, às vezes, a dor acompanha-se de uma deformação do rosto.</p>
<p>Os nervos trigémios representam um quinto dos nervos cranianos. Cada um destes nervos divide-se em três ramos que transportam as sensações a pontos diferentes da cabeça e da face. Os nervos do trigémio também controlam os movimentos dos músculos da mandíbula.</p>
<p><strong>SINTOMAS</strong></p>
<p>- Dor lancinante no território do nervo trigémio<br />
- Dor que irradia por baixo e à frente da orelha, ao longo da mandíbula até ao ângulo da boca, ou ao longo da bochecha até à narina<br />
- Dor intensa e breve (alguns segundos)<br />
- Dor localizada num dos lados da face<br />
- Tique associado à dor<br />
- Crises desencadeadas pelo contacto, pelo frio e pela mastigação</p>
<p><strong>Quais são as causas das dores na face?</strong></p>
<p>As causas são desconhecidas. Geralmente, a doença afecta indivíduos de idade avançada e é pouco frequente nas pessoas com menos de 50 anos.</p>
<p><strong>Quando se deve consultar o médico?</strong></p>
<p>Qualquer tipo de dor crónica na face deve ser comunicada ao médico que procederá a um exame clínico completo, pois estas dores podem ser causadas<br />
por outras patologias.</p>
<p><strong>O que faz o médico?</strong></p>
<p>Interrogando o paciente o médico pode, em princípio,estabelecer a causa da dor.<br />
Em primeiro lugar é necessário excluir outras doenças, como a esclerose múltipla, o cancro ou algumas formas de arterite que poderiam provocar uma nevralgia semelhante.</p>
<p><strong>Terapêutica das dores na face</strong></p>
<p>A carbamazepina, um medicamento anticonvulsivante e analgésico tem bons resultados na redução da frequência e intensidade das crises. Este medicamento actua sobre a transmissão do impulso nervoso a partir das terminações da medula espinal. No entanto, a carbamazepina está contra-indicada em doentes com disfunções hepáticas, doenças da medula espinal ou do sangue e, em associação com alguns fármacos. existem fármacos alternativos mas não são tão eficazes como este.<br />
Se a terapêutica farmacológica não for suficiente, recorre-se à cirurgia, que consiste em eliminar as artérias e outras estruturas anatómicas que fazem compressão sobre o trigémio ou destruir uma parte do nervo. Infelizmente estas intervenções cirúrgicas eliminam a dor mas tornam irreversivelmente insensíveis as regiões enervadas pelo nervo seccionado. Também se tem experimentado, com algum sucesso, a radioterapia localizada.</p>
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		<title>Coreia de Huntington &#8211; Como se desenvolve?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 20:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coreia de Huntington manifesta-se por volta dos 35-40 anos.
Desenvolve-se lentamente, provocando uma degeneração progressiva do cérebro.
Na fase final, as condições do paciente são tais que o levam à morte.
A duração varia muito de indivíduo para indivíduo, mas geralmente é de cerca de 10-15 anos. 
A coreia de Huntington é perigosa?
É uma doença que no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A coreia de Huntington manifesta-se por volta dos 35-40 anos.<br />
Desenvolve-se lentamente, provocando uma degeneração progressiva do cérebro.<br />
Na fase final, as condições do paciente são tais que o levam à morte.<br />
A duração varia muito de indivíduo para indivíduo, mas geralmente é de cerca de 10-15 anos.<strong> </strong></p>
<p><strong>A coreia de Huntington é perigosa?</strong></p>
<p>É uma doença que no ecorrer de alguns anos se torna mortal.<br />
A recente descoberta dos mecanismos genéticos dá-nos a esperança que se descubra uma terapia.</p>
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		<title>Coreia de Huntington &#8211; Tratamento</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 20:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando consultar o médico? 
O aparecimento de movimentos involuntários, assim como os sintomas de diminuição da capacidade intelectual, devem ser tomados a sério e tornam necessária uma consulta neurológica.
O que faz o médico?
Um exame clínico completo e uma história clínica com o doente permitem muitas vezes que se estabeleça o diagnóstico, sobretudo se existiram outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando consultar o médico? </strong></p>
<p>O aparecimento de movimentos involuntários, assim como os sintomas de diminuição da capacidade intelectual, devem ser tomados a sério e tornam necessária uma consulta neurológica.</p>
<p><strong>O que faz o médico?</strong></p>
<p>Um exame clínico completo e uma história clínica com o doente permitem muitas vezes que se estabeleça o diagnóstico, sobretudo se existiram outros casos na família. Mas nem sempre o diagnóstico é fácil. O médico deve efectivamente excluir todas as outras possíveis causas de movimentos involuntários e decréscimo intelectual.<br />
Com este objectivo o médico poderá requerer toda uma série de exames, desde o electroencefalograma à TAC, até à pesquisa de intoxicações crónicas, perturbações hormonais, infecções meníngeas ou cerebrais etc.<br />
Estes exames são efectuados num hospital, juntamente com o estudo do cromossoma 4, indispensável para se ter um diagnóstico seguro.</p>
<p><strong>Qual é a terapêutica da coreia de Huntington? </strong></p>
<p>Não existe actualmente nenhuma terapia específica. Os medicamentos receitados são efectivamente escolhidos pelo médico em função dos sintomas observados.<br />
Como acontece muitas vezes com os neurolépticos e as substâncias que actuam sobre os mediadores químicos, existem numerosos efeitos colaterais:</p>
<ul>
<li>boca seca (xerostomia);</li>
<li>vertigens;</li>
<li>perturbações da visão;</li>
<li>retenção hídrica;</li>
<li>dificuldade de linguagem.</li>
</ul>
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		<title>Coreia de Huntington &#8211; Causas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 20:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coreia de Huntington é uma doença hereditária causada por uma mutação específica do cromossoma 4 que altera a produção de alguns mediadores químicos. O estudo deste cromossoma permitiu que se descobrisse a natureza da doença e permite diagnosticá-la quando é ainda assintomática.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A coreia de Huntington é uma doença hereditária causada por uma mutação específica do cromossoma 4 que altera a produção de alguns mediadores químicos. O estudo deste cromossoma permitiu que se descobrisse a natureza da doença e permite diagnosticá-la quando é ainda assintomática.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Coreia de Huntington &#8211; Sintomas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 20:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Movimentos involuntários, bruscos e irregulares dos braços, das pernas e do rosto


Perda progressiva da memória e senilidade mental precoce

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			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Movimentos involuntários, bruscos e irregulares dos braços, das pernas e do rosto</li>
</ul>
<ul>
<li>Perda progressiva da memória e senilidade mental precoce</li>
</ul>
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		<title>Coreia de Huntington &#8211; O que é?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 20:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A coreia de Huntington é uma doença que afecta o sistema nervoso central e provoca movimentos involuntários dos braços, das pernas e do rosto. Estes movimentos rápidos e gestos bruscos recordam aqueles de uma dança, daqui o termo popular de dança-de-São-Vito.
É uma doença hereditária mais frequente no homem do que na mulher.
Manifesta-se em princípio por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A coreia de Huntington é uma doença que afecta o sistema nervoso central e provoca movimentos involuntários dos braços, das pernas e do rosto. Estes movimentos rápidos e gestos bruscos recordam aqueles de uma dança, daqui o termo popular de dança-de-São-Vito.<br />
É uma doença hereditária mais frequente no homem do que na mulher.<br />
Manifesta-se em princípio por volta dos 35-40 anos, com movimentos bruscos e irregulares que o indivíduo não consegue controlar. Também a linguagem é danificada e no decurso de alguns anos começa uma deterioração mental progressiva que leva à demência, caracterizada por um envelhecimento precoce do cérebro, com perturbações comportamentais, da<br />
memória e das faculdades intelectuais.</p>
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		<title>Acidente Vascular Cerebral (AVC)- Decisão cirúrgica</title>
		<link>http://www.hospitata.com/acidente-vascular-cerebral-avc-decisao-cirurgica</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 15:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acidente Vascular Cerebral (AVC)]]></category>

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		<description><![CDATA[A intervenção cirúrgica está indicada nos casos em que a estenose é &#62; 80% e é sintomática. A estenose sintomática é aquela que se associa  a um AIT/AVC no território do vaso com estenose. Todas as outras estenoses são assintomáticas, e qualquer dúvida existente nesta distinção deve ser esclarecida por um neurologista. A determinação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/decisao-cirurgica-avc.JPG" title="Decisão cirúrgica AVC"></a>A intervenção cirúrgica está indicada nos casos em que a estenose é &gt; 80% e é sintomática. A estenose sintomática é aquela que se associa  a um AIT/AVC no território do vaso com estenose. Todas as outras estenoses são assintomáticas, e qualquer dúvida existente nesta distinção deve ser esclarecida por um neurologista. A determinação do grau de estenose (&gt; 80%) é feita por Eco Doppler e confirmada por angiografia, ou nos casos em que a angiografia está contra-indicada, confirmada por novo exame Eco Doppler realizado por operador diferente.</p>
<p align="center"> <a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/decisao-cirurgica-avc.JPG" title="Decisão cirúrgica AVC"><img src="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/decisao-cirurgica-avc.thumbnail.JPG" alt="Decisão cirúrgica AVC" /></a><a href="http://www.hospitata.com/wp-content/uploads/2007/09/decisao-cirurgica-avc.JPG" title="Decisão cirúrgica AVC"></a></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Acidente Vascular Cerebral (AVC) &#8211; Estratégias gerais de tratamento</title>
		<link>http://www.hospitata.com/acidente-vascular-cerebral-avc-estrategias-gerais-de-tratamento</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/acidente-vascular-cerebral-avc-estrategias-gerais-de-tratamento#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 15:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acidente Vascular Cerebral (AVC)]]></category>

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		<description><![CDATA[a. Manter boa função respiratória e cardíaca
b. Controlar a pressão arterial
c. Manter equilibrio iónico e metabólico
d. Manter níveis adequados de glicémia
e. Tratar hipertensão craniana
f. Tratrar imediatamente complicações como febre, convulsões, vómitos, quadros de agitação
g. Prevenir trombose venosa profunda, embolia pulmonar, pneumonia de aspiração, outras infecções e escaras de decúbito
e. Tratar hipertensão craniana. Nas primeiras horas após a instalação do AVC a presença de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a. Manter boa função respiratória e cardíaca</p>
<p>b. Controlar a pressão arterial</p>
<p>c. Manter equilibrio iónico e metabólico</p>
<p>d. Manter níveis adequados de glicémia</p>
<p>e. Tratar hipertensão craniana</p>
<p>f. Tratrar imediatamente complicações como febre, convulsões, vómitos, quadros de agitação</p>
<p>g. Prevenir trombose venosa profunda, embolia pulmonar, pneumonia de aspiração, outras infecções e escaras de decúbito</p>
<p>e. Tratar hipertensão craniana. Nas primeiras horas após a instalação do AVC a presença de hipertensão intracraniana surge sobretudo associada a volumosos hematomas intracerebrais. Utilizam-se fármacos osmóticos e diuréticos. A cirurgia está formalmente indicada nos hematomas do cerebelo. Nos hematomas supratentoriais a sua indicação é discutível, embora nos casos de hidrocefalia esteje indicada a colocação de drenagem ventricular.</p>
<p>f. Tratar imediatamente complicações como febre, convulsões, vómitos, quadros de agitação</p>
<p>g. Prevenir trombose venosa profunda e embolia pulmonar (25%), penumonia de aspiração(25%), outras infecções e escaras de decúbito. (Dentro de parênteses está indicada a percentagem de mortes por complicações graves do AVC. )</p>
<p>Torna-se muito importante a profilaxia da trombose venosa profunda (TVP) e da pneumonia por aspiração.<br />
A mobilização precoce, o uso de meias elásticas e a heparina subcutânea em casos de maior risco são as medidas profilácticas indicadas na prevenção da TVP.<br />
Um exame cuidado da qualidade da deglutição e a entubação naso-gástrica nos casos indicados evitam a pneumonia por aspiração.<br />
Embora menos grave, a infecção urinária é uma das complicações mais frequentes no AVC agudo. Sempre que possível a algaliação deve ser evitada, e quando necessária, ser utilizada o mínimo tempo possível.</p>
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		<title>Acidente Vascular Cerebral (AVC) &#8211; Exames complementares</title>
		<link>http://www.hospitata.com/acidente-vascular-cerebral-avc-exames-complementares</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 15:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acidente Vascular Cerebral (AVC)]]></category>

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		<description><![CDATA[A escolha dos exames deve ser orientada pelos dados recolhidos previamente. Refiro os mais correntes:
- Rotinas laboratoriais incluindo:

 hemograma,
 velocidade de sedimentação,
 tempo de protrombina e APTT
ionograma,
 creatinina,
 ureia,
 urina II,
 enzimologia cardíaca,
 gasimetria arterial&#8230;

- Electrocardiograma e ecocardiograma
- Triplex scan carotídeo
- TAC CE (Tomografia axial computorizada cranioencefálica). Permite diagnóstico diferencial entre AVC isquémico/hemorrágico e exclusão de eventual lesão estrutural intracraniana (tumor, aneurisma, malformação arterio-venosa, etc).
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A escolha dos exames deve ser orientada pelos dados recolhidos previamente. Refiro os mais correntes:</p>
<p>- Rotinas laboratoriais incluindo:</p>
<ul>
<li> hemograma,</li>
<li> velocidade de sedimentação,</li>
<li> tempo de protrombina e APTT</li>
<li>ionograma,</li>
<li> creatinina,</li>
<li> ureia,</li>
<li> urina II,</li>
<li> enzimologia cardíaca,</li>
<li> gasimetria arterial&#8230;</li>
</ul>
<p>- Electrocardiograma e ecocardiograma<br />
- Triplex scan carotídeo<br />
- TAC CE (Tomografia axial computorizada cranioencefálica). Permite diagnóstico diferencial entre AVC isquémico/hemorrágico e exclusão de eventual lesão estrutural intracraniana (tumor, aneurisma, malformação arterio-venosa, etc).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Acidente Vascular Cerebral (AVC) &#8211; Anamnese</title>
		<link>http://www.hospitata.com/acidente-vascular-cerebral-avc-anamnese</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/acidente-vascular-cerebral-avc-anamnese#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 15:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acidente Vascular Cerebral (AVC)]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/acidente-vascular-cerebral-avc-anamnese</guid>
		<description><![CDATA[É importante determinar a hora exacta de instalação dos sintomas. A identificação dos factores de risco vasculares é importante para orientar o tipo e etiologia do AVC.
Exemplos:
1) A presença de angor (dor no peito) e de claudicação intermitente favorece a coexistência de doença oclusiva de um grande vaso extracraniano ou de cardio-embolismos.
2) A HTA e diabetes são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É importante determinar a hora exacta de instalação dos sintomas. A identificação dos factores de risco vasculares é importante para orientar o tipo e etiologia do AVC.</p>
<p>Exemplos:<br />
1) A presença de angor (dor no peito) e de claudicação intermitente favorece a coexistência de doença oclusiva de um grande vaso extracraniano ou de cardio-embolismos.<br />
2) A HTA e diabetes são factores de risco associados a AVC lacunares.<br />
3) A história pregressa de AITs e/ou AVC isquémico recentes aumenta a probabilidade de isquémia cerebral em relação à hemorragia.<br />
É importante conhecer a medicação actual do doente e, nos antecedentes pessoais, averiguar a presença de alterações sistémicas como neoplasias, endocardite, vasculite, doença hematológica, etc.</p>
<p>De acordo com o tipo de AVC sugerido pela informação clínica obtida na anamnese, assim deverá ser orientado o EXAME OBJECTIVO.</p>
<p>É importante observar:<br />
1) Exame cardio-vascular (se existe suspeita de embolia) <br />
2) Presença de sinais de doença sistémica<br />
3) Sinais de discraisa hemorrágica (a favor de acidente hemorrágico)<br />
4) Sinais de traumatismo<br />
5) Exame neurológico</p>
<p>A distinção entre AVC do territótio carotídeo versus território vertebro-basilar depende de uma exame cuidadoso das funções superiores (linguagem, memória, percepção visuo-espacial), campos visuais e movimentos oculares, padrão e distribuição das alterações sensitivas e motoras, e a avaliação da marcha.</p>
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