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	<title>Hospitata &#187; Infecciologia</title>
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		<title>Amebíase &#8211; Sintomas</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sintomas da amebíase são muito gerais e não específicos, comuns a muitas gastroenterites de diversas etiologias. Podem ocorrer um ou mais dos seguintes:

Diarreia intermitente e fezes de cheiro fétido;
Fezes com muco e sangue;
Dilatação do intestino e excesso de gases (flatulência);
Dores abdominais tipo cólica;
Aumento da temperatura corporal (febre);
Cansaço (astenia) e dores musculares (mialgias);
Coloração amarelada da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os sintomas da amebíase são muito gerais e não específicos, comuns a muitas gastroenterites de diversas etiologias. Podem ocorrer um ou mais dos seguintes:</p>
<ul>
<li>Diarreia intermitente e fezes de cheiro fétido;</li>
<li>Fezes com muco e sangue;</li>
<li>Dilatação do intestino e excesso de gases (flatulência);</li>
<li>Dores abdominais tipo cólica;</li>
<li>Aumento da temperatura corporal (febre);</li>
<li>Cansaço (astenia) e dores musculares (mialgias);</li>
<li>Coloração amarelada da pele e olhos (icterícia), se o fígado estiver afectado.</li>
</ul>
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		<title>Amebíase &#8211; Causas</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[A amebíase é provocada pelo parasita Entamoeba histolyica, podendo este apresentar-se sob duas formas: o trofozóito móvel e o quisto. É sob a forma de trofozóito que este parasita causa a doença, vivendo no cólon e alimentando-se de bactérias e/ou tecidos do homem que parasita. Ao serem eliminados pelas fezes líquidas (diarreia), os parasitas morrem.
Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A amebíase é provocada pelo parasita <em>Entamoeba histolyica, </em>podendo este apresentar-se sob duas formas: o trofozóito móvel e o quisto. É sob a forma de trofozóito que este parasita causa a doença, vivendo no cólon e alimentando-se de bactérias e/ou tecidos do homem que parasita. Ao serem eliminados pelas fezes líquidas (diarreia), os parasitas morrem.</p>
<p>Quando à infecção não se associam fezes diarreicas, os parasitas &#8220;transformam-se&#8221; em quistos antes de ser eliminados e é sob esta forma que podem ser transmitidos directamente de indivíduo para indivíduo ou indirectamente através de água ou alimentos.</p>
<p>A causa mais frequentes de contágio é o contacto directo com alimentos, sendo as más condições higio-sanitárias um factor que favorece a propagação da infecção.</p>
<p>Quando à fruta e aos legumes se associam adubos animais ou águas poluídas, estes alimentos podem ser contaminados.</p>
<p>A maior parte dos portadores são assintomáticos o que torna o diagnóstico desta infestação mais difícil e o controlo da sua propagação também.</p>
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		<title>Amebíase &#8211; terapêutica</title>
		<link>http://www.hospitata.com/amebiase-terapeutica</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando procurar ajuda médica?
Deve consultar um médico se tiver diarreia ou outro dos sintomas de amebíase (ver amebíase &#8211; sintomas), principalmente se esteve em países tropicais. A observação médica e a eventual realização de análises ao sangue e fezes são essenciais.
A observação médica deverá ser complementada por uma história clínica adequada na qual sejam questionados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando procurar ajuda médica?</strong></p>
<p>Deve consultar um médico se tiver diarreia ou outro dos sintomas de amebíase (ver amebíase &#8211; sintomas), principalmente se esteve em países tropicais. A observação médica e a eventual realização de análises ao sangue e fezes são essenciais.</p>
<p>A observação médica deverá ser complementada por uma história clínica adequada na qual sejam questionados aspectos sobre viagens, vida sexual, tipo de alimentação e hábitos de vida.</p>
<p>Por vezes, para além das análises é necessário fazer um exame endoscópico ao intestino através de uma rectossigmoidoscopia, para que sejam retiradas amostras de tecido do intestino para posterior observação.</p>
<p>O fármaco mais utilizado para eliminar o parasita do intestino é o metronidazol, devendo o doente ficar em repouso durante alguns dias.</p>
<p>Quando o parasita atinge o fígado, os pulmões ou o cérebro é necessário internamento.</p>
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		<title>Amebíase &#8211; prevenção</title>
		<link>http://www.hospitata.com/amebiase-prevencao-2</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[As medidas de prevenção são gerais e devem contemplar as seguintes acções/atitudes:

lavagem das mãos após ida à casa-de-banho e antes das refeições;
beber apenas água engarrafada ou fervida em países cujo saneamento básico não ofereça garantias de qualidade;
não comer fruta ou verduras com casca sem antes serem bem lavadas e/ou desinfectadas, peixe cru ou crustáceos, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As medidas de prevenção são gerais e devem contemplar as seguintes acções/atitudes:</p>
<ul>
<li>lavagem das mãos após ida à casa-de-banho e antes das refeições;</li>
<li>beber apenas água engarrafada ou fervida em países cujo saneamento básico não ofereça garantias de qualidade;</li>
<li>não comer fruta ou verduras com casca sem antes serem bem lavadas e/ou desinfectadas, peixe cru ou crustáceos, se não forem de confiança.</li>
</ul>
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		<title>Amebíase &#8211; o que é?</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 11:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infecciologia]]></category>
		<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se de uma doença infecciosa que afecta o cólon e, menos frequentemente, o fígado. O sintoma mais frequente é a diarreia.
Como doença infecciosa que é apresenta risco de contágio que aumenta quando as condições sanitárias são deficientes e em indivíduos promíscuos.
É mais frequente nos países sub-desenvolvidos onde é notória a precaridade das condições higio-sanitárias, atingindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de uma doença infecciosa que afecta o cólon e, menos frequentemente, o fígado. O sintoma mais frequente é a diarreia.</p>
<p>Como doença infecciosa que é apresenta risco de contágio que aumenta quando as condições sanitárias são deficientes e em indivíduos promíscuos.</p>
<p>É mais frequente nos países sub-desenvolvidos onde é notória a precaridade das condições higio-sanitárias, atingindo em algumas regiões do globo os 50%.</p>
<p>Alguns indivíduos não apresentam quaisquer sintomas sendo por isso designados portadores assintomáticos e podem transmitir a doença sem que tenham tido maniefstações da mesma.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criptosporidiose &#8211; Tratamento</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 22:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Não existe nenhum fármaco comprovadamente eficaz para o tratamento da criptosporidiose
Terapêutica de suporte e reequilíbrio hidroelectrolítico
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe nenhum fármaco comprovadamente eficaz para o tratamento da criptosporidiose</p>
<p>Terapêutica de suporte e reequilíbrio hidroelectrolítico</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criptosporidiose &#8211; Diagnóstico</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 22:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Confirmação por identificação de oocistos nas fezes ou biópsias intestinais
Uso de técnicas de diagnóstico imunológico (imunofluorescência e ELISA)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confirmação por identificação de oocistos nas fezes ou biópsias intestinais</p>
<p>Uso de técnicas de diagnóstico imunológico (imunofluorescência e ELISA)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criptosporidiose &#8211; Sintomas e Sinais</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 22:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Diarreia aquosa, dores abdominais e perda de peso
Má absorção de hidratos de carbono, lípidos e vit.B12 -”Wasting Syndrome”
Colecistite, colangite e pancreatite, com elevação da fosfatase alcalina e gama-GT
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diarreia aquosa, dores abdominais e perda de peso</p>
<p>Má absorção de hidratos de carbono, lípidos e vit.B12 -”Wasting Syndrome”</p>
<p>Colecistite, colangite e pancreatite, com elevação da fosfatase alcalina e gama-GT</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criptosporidiose &#8211; Epidemiologia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 22:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Maior prevalência em países em vias de desenvolvimento
Ingestão de oocistos, que se transformam em esporozoitos (intestino delgado)
Ciclo de vida sexuado ou assexuado
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maior prevalência em países em vias de desenvolvimento</p>
<p>Ingestão de oocistos, que se transformam em esporozoitos (intestino delgado)</p>
<p>Ciclo de vida sexuado ou assexuado</p>
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		<title>Giardíase &#8211; Tratamento</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 22:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parasitoses Intestinais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinacrina (mal tolerada pelas crianças)
Metronidazol
Furazolina
Tinidazol
Paromomicina – aminoglicosídeo oral, com interesse no tratamento da giardíase na mulher grávida
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinacrina (mal tolerada pelas crianças)</p>
<p>Metronidazol</p>
<p>Furazolina</p>
<p>Tinidazol</p>
<p>Paromomicina – aminoglicosídeo oral, com interesse no tratamento da giardíase na mulher grávida</p>
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