<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Hospitata &#187; Gastroenterologia</title>
	<atom:link href="http://www.hospitata.com/category/gastroenterologia/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.hospitata.com</link>
	<description>O seu Hospital Online</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Jan 2010 22:15:03 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Secreções Digestivas &#8211; Fases da secreção</title>
		<link>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-fases-da-secrecao</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-fases-da-secrecao#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 21:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-fases-da-secrecao</guid>
		<description><![CDATA[1. Fase cefálica, responsável por cerca de 30/40% da secreção ácida. Tem a ver com o facto de o estômago começar a segregar ácido mesmo antes de nos alimentarmos. A visão, o cheiro, o pensamento de um alimento, faz despoletar, em termos iniciais, uma secreção ácida. Há uma estimulação do parassimpático (estimulação das porções laterais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. <strong>Fase cefálica</strong>, responsável por cerca de 30/40% da secreção ácida. Tem a ver com o facto de o estômago começar a segregar ácido mesmo antes de nos alimentarmos. A visão, o cheiro, o pensamento de um alimento, faz despoletar, em termos iniciais, uma secreção ácida. Há uma estimulação do parassimpático (estimulação das porções laterais do hipotálamo). A hipoglicémia estimula também a secreção ácida.</p>
<p>Os fumadores têm frequentemente úlceras gástricas, uma vez que a nicotina estimula secreção ácida, actuando a nível central.</p>
<p>2. <strong>Fase gástrica</strong>, relaciona-se com a chegada dos alimentos ao estômago. Quando os alimentos chegam ao estômago dá-se uma necessidade de secreção de ácido, e essa secreção passa a representar de 40 a 50% da secreção gástrica total. É a fase mais complexa que tem a ver com a distenção do estômago. Existem mecano-receptores no estômago que, quando este se distende, estimulam a secreção ácida pelos seguintes mecanismos: sistema nervoso simpático, gastrina e histamina. Por outro lado, a presença de determinadas substâncias no estômago, nomeadamente as proteínas , são extremamente produtoras de aminoácidos que provocam uma enorme secreção ácida.</p>
<p>3. <strong>Fase intestinal</strong>, continua a haver secreção de ácido, que se dá pela presença do quimo no duodeno. Quanto mais gordura ou proteínas esse quimo tiver, maior será a secreção de ácido, estimulada pela gastrina (cél.G) ao nível do duodeno e do ânus. Esta fase é responsável por apenas 5 a 10% da secreção ácida, porque, quando os alimentos chegam ao duodeno, a sua digestão já foi quase completada no estômago.</p>
<p>Existem então substâncias que activam e outras que inibem a secreção ácida. A nível do duodeno, essa secreção tem de ser inibida e, a nível gástrico ela é activada. Substâncias como o álcool, o chá, o café e o leite são potencias estimuladores dessa secreção. Por outro lado, o sistema nervoso simpático, a somatostatina,a secretina, o VIP, a vasopressina, as prostaglandinas I e E e o EGF, são inibidores da secreção.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-fases-da-secrecao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secreções Digestivas &#8211; Secreções Gástricas</title>
		<link>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecoes-gastricas</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecoes-gastricas#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 21:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecoes-gastricas</guid>
		<description><![CDATA[Componentes da secreção gástrica
1. Ácido clorídrico, elemento mais típico;
2. Pepsinogénio, enzima protease que vai degradar as proteínas;
3. Muco, importância crucial e essencial na fisiologia do estômago;
4. Bicarbonato;
5. Factor intrínseco, responsável pela absorção da vitamina B12
6. Gastrina
7. Somatostatina
Existem 3 zonas distintas, com secreções distintas:
- Zona cárdica, fundamentalmente segrega muco, porque é uma zona de protecção da porção terminal do esófago;
- Zona fúndica ou corpo, segrega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Componentes da secreção gástrica</strong></p>
<p>1. Ácido clorídrico, elemento mais típico;<br />
2. Pepsinogénio, enzima protease que vai degradar as proteínas;<br />
3. Muco, importância crucial e essencial na fisiologia do estômago;<br />
4. Bicarbonato;<br />
5. Factor intrínseco, responsável pela absorção da vitamina B12<br />
6. Gastrina<br />
7. Somatostatina</p>
<p>Existem 3 zonas distintas, com secreções distintas:</p>
<p>- <em>Zona cárdica</em>, fundamentalmente segrega muco, porque é uma zona de protecção da porção terminal do esófago;<br />
- <em>Zona fúndica</em> ou <em>corpo,</em> segrega fundamentalmente substâncias como o o ácido clorídrico e o pepsinogénio (região oxíntica);<br />
- <em>Zona pilórica,</em> segrega sobretudo muco, para proteger o duodeno.</p>
<p><strong>Funções do HCl</strong></p>
<p>1. <em>Diminuição da flora bacteriana</em>. O estômago é o local onde há menor proliferação de agentes bacterianos. Trata-se de um órgão asséptico que evita o crescimento de qualquer tipo de microrganismos.</p>
<p>O ácido é, assim, muito importante porque, doenças que dão acloridria, ou seja, ausência de HCl, favorecem a proliferação bacteriana.</p>
<p>2.<em> Digestão</em>. O HCl tem um efeito directo nos alimentos, ou seja, os alimentos só são digeridos e absorvidos se estiverem reduzidos/fragmentados. Essa fragmentação ocorre, inicialmente, na boca (por acção dos dentes) e, posteriormente, no estômago (por acção do ácido que corrói principalmente as proteínas e faz com que o bolo alimentar fique cada vez mais pequeno).</p>
<p>3. <em>Activação do pepsinogénio</em>. O pepsinogénio encontra-se sob uma forma inactiva, no estômago, e a sua activação ocorre por acção do ácido. O ácido promove a transformação do pepsinogénio em pepsina, mas ambos só funcionam se existir um meio ácido apropriado. O ácido vai alterar o pH para o funcionamento adequado do pepsinogénio.</p>
<p>O elemento-chave na secreção ácida é uma bomba de protões que promove o transporte de H+ para o lúmen do estômago; é uma H+/K+ ATPase, que consegue transportar os iões de H+ contra o gradiente de concentração (por vezes 1 para 1 milhão). O H+ é sobretudo o produto do metabolismo das células.<br />
Dá-se passagem do H+ para o lúmen e o HCO3- sai para fora. As trocas dentro da célula permitem a entrada de K+ e a saída de Na+.<br />
Este mecanismo é muito importante pelo seguinte: quando começam a sair muitos protões, a célula começa a ficar com um ambiente alcalino que, por si só, poderá ser o suficiente para parar a secreção. O mecanismo tem então que estar +/- regulado para que haja saída das valências alcalinas de dentro para fora da célula. O ponto crucial é a bomba de protões.</p>
<p>Situações em que há bloqueio do mecanismo da bomba de protões, existem medicamentos que activam essa bomba prevenindo assim situações de úlceras gástricas.</p>
<p>Existem ainda secreções vagais. Em jejum, o nosso estômago continua a segregar ácido, embora essa secreção não seja superior a 10%. Essa secreção não é constante e atinge o seu pico máximo cerca das 24 horas (à noite) e um mínimo cerca das 7/8 horas da manhã. Apesar de antigamente se pensar que esses níveis tinham a ver com as alterações circadiárias da gastrinémia, tal facto não é claro. Estes níveis têm a ver com variações no sistema nervoso simpático, embora não se saiba, realmente, como actua.<br />
 </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecoes-gastricas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secreções Digestivas &#8211; Neutralização do ácido</title>
		<link>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-neutralizacao-do-acido</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-neutralizacao-do-acido#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 20:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-neutralizacao-do-acido</guid>
		<description><![CDATA[A neutralização do ácido é uma função essencial das secreções. Mesmo que não nos apercebamos, deglutimos, em média, entre 60 a 100 vezes por hora, durante o dia. À noite essa taxa diminui bastante para cerca de 10 vezes por hora.
A deglutição permanente de saliva não é um gasto de energia inútil; a salivação vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A neutralização do ácido é uma função essencial das secreções. Mesmo que não nos apercebamos, deglutimos, em média, entre 60 a 100 vezes por hora, durante o dia. À noite essa taxa diminui bastante para cerca de 10 vezes por hora.<br />
A deglutição permanente de saliva não é um gasto de energia inútil; a salivação vai neutralizar, sobretudo na porção terminal do esófago, a excreção do ácido.</p>
<p>A deglutição permanente é muito importante para que se mantenham valores de pH que não sejam prejudicias e que não causem danos na mucosa do aparelho digestivo.<br />
Acontece também, por vezes, haver lesão da porção terminal do esófago quando ocorre refluxo gastro-esofágico, uma vez que o ácido do estômago é prejudicial à mucosa esofágica.</p>
<p>Outro exemplo importante a salientar são as esofagites (inflamações na porção terminal do esófago). As pessoas que sofrem de esofagites queixam-se de ter uma salivação permanente, estão sempre a salivar. Trata-se de um mecanismo que ter a ver precisamente com o facto de a saliva servir para cicatrizar e diminuir a formação de coágulos na porção terminal do esófago.</p>
<p>No esófago, existem somente secreções do tipo mucosas e não do tipo digestivas; daí que, quando ocorre refluxo gastro-esofágico, seja afectada a porção terminal do esófago.<br />
É também lógico que as glândulas secretoras sejam mais abundantes nas extremidades, principalmente nas inferiores, uma vez que é aí que se dá a principal afecção do ácido vindo do estômago.</p>
<p>A porção terminal do esófago está permanentemente sujeita à agressão ácida e é preciso distinguir-se o que é normal daquilo que é patológico. É nesta porção que existem vários produtos com pH abaixo de 4. Até a um pH de 4, o esófago “não sofre”, mas abaixo de 4 já está sob a influência ácida.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-neutralizacao-do-acido/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secreções Digestivas &#8211; Funções da saliva</title>
		<link>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-funcoes-da-saliva</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-funcoes-da-saliva#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 20:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-funcoes-da-saliva</guid>
		<description><![CDATA[Existem muitas funções que por nós são imperceptíveis e só nos damos conta delas quando ocorrem situações fisiológicas nas quais elas deixam de existir. Por exemplo, quando ocorrem alterações na secreção da saliva, nomeadamente as pessoas que têm xerostomia, em que há a chamada “boca seca”.
Assim, a saliva:
1. Lubrifica os alimentos (facilitando a deglutição); nas pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitas funções que por nós são imperceptíveis e só nos damos conta delas quando ocorrem situações fisiológicas nas quais elas deixam de existir. Por exemplo, quando ocorrem alterações na secreção da saliva, nomeadamente as pessoas que têm xerostomia, em que há a chamada “boca seca”.</p>
<p>Assim, a saliva:</p>
<p>1. Lubrifica os alimentos (facilitando a deglutição); nas pessoas que têm falta de saliva, a dificuldade em engolir é notória;</p>
<p>2. Mantém a boca húmida; o facto de termos a boca permanentemente húmida apresenta várias vantagens;</p>
<p>3. Facilita a fala; as pessoas que têm falta de saliva têm dificuldades na fala, uma vez que a língua fica colada ao céu da boca;</p>
<p>4. Protecção oral; os doentes que têm falta de saliva têm frequentemente aftas bucais, cáries extremamente graves, infecções da boca,… Tal acontece porque a saliva tem componentes como a IgA, ou enzimas como a lisozima que são agentes que vão atacar agentes infecciosos;</p>
<p>5. Digestão do amido; resulta da acção de uma enzima existente na saliva, a alfa-amilase, que degrada os amidos em açúcares. Esta alfa-amilase, na boca, tem o nome de ptialina, enzima extremamente activa e responsável pela degradação, com consequente adocicar dos alimentos. (“quando temos pão na boca, passado algum tempo fica com um sabor adocicado). Esta função salivar mantém-se até ao estômago, ou seja, quando nós engolimos um bocado de pão, vai entrar saliva. Essa saliva, no estômago, continua a ter o seu efeito sobre os hidratos de carbono;</p>
<p>6. Neutralização do ácido;</p>
<p>7. Sensação de sede; pelo facto de a saliva manter a boca húmida e, a sua ausência, provocar esta sensação. É fundamental porque só nos apercebemos de que precisamos de beber água se houver alteração das mucosas, nomeadamente a da boca. Se estivermos perante uma situação em que temos pessoas que têm a boca permanentemente seca, ela não conseguem aperceber-se da sensação de sede e ficam frequentemente desidratadas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-funcoes-da-saliva/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secreções Digestivas &#8211; Secreção Salivar</title>
		<link>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecao-salivar</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecao-salivar#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 23:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecao-salivar</guid>
		<description><![CDATA[Trata-se de uma secreção extremamente importante, levada a cabo pelas glândulas salivares. 
A saliva tem como principal função a protecção da porção inicial do tubo digestivo, e as glândulas que a produzem dividem-se em quatro grupos:
• Parótidas, glândulas sobretudo serosas, ou seja, secretam sobretudo enzimas digestivas;
• Bucais, glândulas sobretudo mucosas, ou seja, dentro da boca segregam sobretudo muco;
• Sub-maxilares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de uma secreção extremamente importante, levada a cabo pelas glândulas salivares. </p>
<p>A saliva tem como principal função a protecção da porção inicial do tubo digestivo, e as glândulas que a produzem dividem-se em quatro grupos:</p>
<p>•<strong> Parótidas</strong>, glândulas sobretudo serosas, ou seja, secretam sobretudo enzimas digestivas;</p>
<p>• <strong>Bucai</strong>s, glândulas sobretudo mucosas, ou seja, dentro da boca segregam sobretudo muco;</p>
<p>• <strong>Sub-maxilares</strong> e <strong>sub-linguais</strong>, glândulas sero-mucosas, ou seja, apresentam as duas secreções;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-secrecao-salivar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secreções Digestivas &#8211; Introdução</title>
		<link>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-introducao</link>
		<comments>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-introducao#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 23:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-introducao</guid>
		<description><![CDATA[As secreções que existem servem para:
           proteger o tubo digestivo;
           absorção dos referidos nutrientes
Apesar das diferenças existentes no que diz respeito às secreções, é preciso ter em mente que umas secreções são  protectoras (muco, nomeadamente bicarbonatos), que se encontram desde o início do esófago até ao recto; depois existem secreções digestivas, que começam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As secreções que existem servem para:</p>
<p>           proteger o tubo digestivo;<br />
           absorção dos referidos nutrientes</p>
<p>Apesar das diferenças existentes no que diz respeito às secreções, é preciso ter em mente que umas secreções são  protectoras (muco, nomeadamente bicarbonatos), que se encontram desde o início do esófago até ao recto; depois existem secreções digestivas, que começam na boca, interrompem-se no esófago e reiniciam-se no estômago, indo até à porção terminal do íleon.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hospitata.com/secrecoes-digestivas-introducao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
